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terça-feira, 30 de outubro de 2012

O despertar do " Poder Interior ".





''Em nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos pelo que esperamos ser.''





Há exatamente 9 anos atrás eu decidi ir em busca de minha própria verdade interior, não mais suportava tantas ideologias e filosofias que simplesmente não respondiam mais minhas perguntas internas, estava cansado de tantas proibições, e nenhum resultado concreto, sobre a real existência da espiritualidade e das manifestações da consciência. Nessa jornada de auto-conhecimento, me deparei com realidades tão incríveis de um potencial ilimitado, e que vai além de religiões, crenças e valores pré estabelecidos pelo homem, foi a melhor escolha que fiz. A descoberta dessa verdade intrínseca e interior, aliada a força da vontade me impulsionaram a grandes descobertas, sobre o para-psiquismo, sobre a relevância de que,  a consciência ao elevar-se, muda os padrões existenciais da dúvida, do medo e do engano, fazendo-nos despertar pra o que realmente importa.
A maioria de nós ainda vive num módulo de sonhar acordado. O que não é muito diferente do sonhar dormindo. A diferença é apenas de grau, de quantidade não de qualidade. A ideia de que boa parte da humanidade ainda vive neste estado paradoxal é absurda e inadmissível para muitos, pois o estado de consciência da média ainda não alcançou a potência e a profundidade interior necessária para tornar o ser desperto. O ser desperto é aquele que deu o próximo passo na forma em como percebe e manifesta a sua realidade. Enquanto sonhamos não percebemos os mecanismos das coisas; o que torna muito difícil o existir na realidade cotidiana bem como no nosso mundo interior. É importante entender que o estado de sono ou de inconsciência é inversamente proporcional ao nível de potência interna. A potência interior está diretamente associada com a intensidade de consciência. Quanto maior a potência interna maior o canal de consciência. Isto significa que a consciência se torna mais abrangente e aguda, permitindo desvelar as camadas mais profundas da existência e do próprio ser.
É magnífico constatar que todo o potencial está presente a nossa volta. Sempre esteve e sempre estará disponível. Bastando apenas a presença de uma consciência mais intensa para torná-los visíveis. Poderíamos elucidar esta ideia com uma analogia muito simples, a partir da qual a consciência se torna uma lanterna que ilumina um ambiente escuro e a medida em que se intensifica sua luz certos objetos são percebidos naquele ambiente. Portanto, os conceitos de criação e de realização poderiam ser resumidos como a percepção de algo novo na realidade, ou seja, de um novo potencial. Perceber é criar! Estamos todos numa dança existencial, cada um, quer seja consciente ou inconsciente, está sendo compelido, impulsionado a encontrar o seu compasso e o seu ritmo nesta grande dança cósmica.
 E o compasso individual é a potência interior. Tudo no universo é potente. Da grandeza de um astro à grandeza de um átomo. De uma simples célula à organismos complexos. Todos possuem potência, isto é, o impulso para o desenvolvimento, a transformação e a realização plena. Tal impulso pode ser inibido e na escala humana isto acontece com o Homem. E o resultado é a constatação dramática da ausência de sentido e do valor da singularidade de seu próprio ser. A queda da potência interior, o enfraquecimento da consciência tornou-se um dos fenômenos mais corriqueiros no cotidiano humano, levando ao conformismo de uma existência pálida, sem brilho, sem intensidade e dominada pelo medo. É importante frisar que a elevação da potência interior, aumenta o escopo da consciência, fazendo com que o processamento das experiências se dê de maneira muito mais fácil, pois com o aumento do fluxo de consciência há o aumento do fluxo de facilidade. E o fluxo de facilidade é a condição primeira para a felicidade. A consciência traz o conhecimento dos mecanismos até então ocultos dos fenômenos que determinam o funcionamento da estrutura do ser bem como da realidade.
 A causa primeira e última que provoca a queda da potência interna é a dispersão e dissipação da energia. Todos nós possuímos um centro superior, auto-motivado e infinitamente inteligente. Poderíamos chama-lo de - a essência mais profunda do ser ou o "si mesmo". Quando a energia é condicionada a fluir para fora, de alguma maneira nos desligamos deste centro, nos afastando de nossa base mais profunda. Boa parte do tempo vivemos distantes deste centro. Quando isso acontece usamos diversas formas de afirmação para interpretarmos o desligamento do centro, tais como: "Estou me sentindo péssimo"..... " Estou confuso"..... " Não sei o que fazer"..... "Estou perdido".etc.. Um ponto relevante é que muitos ainda não conseguem perceber ou sentir a existência deste centro o que os levará inevitavelmente a experiências de alto impacto para o despertar da percepção do centro. Este centro mobiliza o nosso mundo interior e possui múltiplas conexões com o universo. Todavia, quando estamos desligados do nosso centro, o mesmo não encontra as condições necessárias e básicas para elevar a potência interna, pois toda energia utilizada para a dinamização interior "escoa" para fora. O condicionamento do fluxo de energia pessoal para fora acontece à medida em que não nos damos força, o que nos leva a um comportamento primariamente reativo. A maioria das pessoas não dá força para si mesma, pois desenvolvem a crença de ser uma idéia formulada pela mente, um eu. E este eu é treinado a corresponder apenas ao externo.
O estado de identificação com este pensamento, o eu, é o que nos aprisiona na inconsciência e num modo perpetum de dissipação de energia e de baixa potência. Boa parte das pessoas que se mantém neste estado de identificação com o eu, dificilmente realizam o seu potencial, pois, este eu, em si é impotente e vazio, uma vez que o mesmo é apenas um conceito mental. A amplificação de nossa potência requer que mudemos o curso da energia, de modo que a mesma ao invés da dispersão, flua para dentro aumentando a sua concentração. É importante cruzarmos a fronteira do preconceito e experimentarmos a possibilidade de existirmos além, num lugar dentro de nós em que nos permitimos ser "si mesmo". Para tanto, é essencial entendermos que existe duas dimensões no ser humano. A primeira, é uma área virtual, infelizmente programada para negar o bem e suprimir a livre expressão do ser: a mente condicionada; mais especificamente, o fluxo caótico e desorganizado de pensamentos, que compõem " as vozes da cabeça" e que inibe a potência, a força livre de expressão e realização do Ser.
 A segunda, plenamente real, conhecedora e infinitamente inteligente - o centro, ao qual devemos nos entregar completamente. Esta é a área que emana múltiplas sensações, tecendo as verdades mais profundas que habitam o nosso interior e que age como uma verdadeira "bússola de navegação interna" nos direcionando e nos revelando aquilo que realmente é compatível com a nossa expressão singular. Aprender a se orientar pelo que se sente e não pela cabeça é a chave para a ampliação da consciência, logo da potência. Entregar-nos a este centro de força e poder é nos entregar e nos render completamente as nossas sensações. Pois quando recuperamos o contato com as nossas sensações, respeitando-as, gradualmente passamos a aprimorar a comunicação com o centro interior.
Aquilo que a princípio era apenas sensações discretas e distantes, agora se manifesta como um agrupamento de informações profundas, capaz de nos orientar sabiamente. Como se de repente um sábio atemporal dotado de um poder infinito acordasse dentro de nós e nos mostrasse o caminho, conduzindo-nos graciosamente para um mundo de pura satisfação e realização. Este é o destino o qual iremos inexoravelmente chegar. O ponto de potência máxima e de realização plena. A terra prometida da felicidade e da paz verdadeira que nunca esteve distante e sim nós que nos afastamos dela. Pois esta Terra nunca foi criada e nem vai deixar de ser. Ela habita em nós e nós habitamos ela. E neste momento, estamos voltando a ela, voltando para o Ser verdadeiro, a única coisa Real e eterna.

domingo, 21 de outubro de 2012

Soul Music

Soul (em inglês: alma) é um gênero musical dos Estados Unidos que nasceu do rhythm and blues e do gospel durante o final da década de 1950 e início da década de 1960 entre os negros.Durante a mesma época, o termo soul já era usado nos Estados Unidos como um adjetivo usado em referência ao afro-americano, como em "soul food" ("comida de negro").Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens com o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a "música soul" nada mais era que uma referência a música dos negros, independente de gênero. Durante a década de 1960, surgiu até o programa de televisão estadunidense Soul Train, que apresentava os sucessos das canções dos negros daquele país, independente do gênero do sucesso musical. Ainda no rhythm and blues, a popular dupla Sam & Dave escreveram um sucesso que ressurgiu mais tarde no filme Blues Brothers, no qual interpretam a canção "Soul Man". Sua letra cita "(…) eu sou um homem negro (…)".


Características do soul 

 A apresentação da música soul é emotiva; a melodia é bem ornamental misteriosa ornamentada e com improvisações, rodopios corporais do(a) cantor(a) e efeitos sonoros dos instrumentos. Os ritmos pegam facilmente, acentuados com o bater de palmas e os movimentos plásticos da coreografia são detalhes importantes. Outras características estilísticas importantes são as perguntas e respostas entre o cantor solista e o grupo coral, no estilo responsorial, e uma interpretação dramática do vocalista principal. A música soul normalmente também apresenta cantores acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.


Desenvolvimento

 O desenvolvimento da música soul foi acelerado graças a duas tendências: o R&B e o gospel.[1] Artistas como Ben E. King, Ray Charles, Solomon Burke, Jackie Wilson, Sam Cooke e os Isley Brothers fundiram a paixão dos vocais gospel com a música cativante e rítmica do R&B, formando assim o soul no final dos anos 1950. Socialmente, a grande audiência de adolescentes brancos que ouvia (inicialmente) cópias (ou "covers") brancos do R&B e sucessos de rock começou a demandar gravações dos artistas negros originais, tais como Little Richard e Chuck Berry. No fim dos anos 1950, isto fez com que várias gravadoras buscassem versões vendáveis de música. Os mais influentes selos de gravadoras eram a Stax records, baseada em Memphis, Tennessee, e a Motown, baseada na região de Detroit. Durante os anos 1960, a música soul era popular entre negros nos Estados Unidos, e entre muitos ouvintes influentes espalhados pelos Estados Unidos e Europa. Artistas do chamado "blue-eyed soul" ("soul branco"; músicos brancos que tocavam para platéias brancas) tais como The Righteous Brothers alcançaram um grande sucesso em curto prazo, apesar de artistas como Aretha Franklin, Esther Phillips e o músico James Brown terem provado ser mais duradouros. Outros importantes músicos de soul da época foram Solomon Burke, Bobby Bland, Otis Redding, Wilson Pickett e Joe Tex. Da mesma forma que o "blue-eyed soul" ou soul branco, surgiu nesta época um grande número de variedades regionais do soul.[3] No início dos anos 1970, o soul foi influenciado pelo rock psicodélico e outras variedades, e artistas como Marvin Gaye ("What's Going On") e Curtis Mayfield ("Superfly") lançaram declarações, em forma de discos, com duras críticas sociais. Artistas como James Brown conduziram o soul para uma espécie de "jam festival" dançante, resultando nas bandas funk dos anos 1970, como o Funkadelic, The Main Ingredient, The Meters e a banda War. Durante os anos 1970, algumas figuras do "soul branco" comercial, como Daryl Hall & John Oates alcançaram grande sucesso, e também grupos como The Delfonics e grupos do "soul da Filadélfia". Por volta do fim dos anos 1970, a disco dominava as paradas, e o funk, o "Philly soul" (soul da Filadélfia) e muitos outros gêneros foram influenciados pelo ritmo da discothèque. Um exemplo foi o grupo de "Philly soul" MFSB (produzidos por Kenneth Gamble e Leon Huff) ou o dançante funk de Rick James chamado "You and I", de 1978. Com a "decadência" da disco' music em fins dos anos 70, super-estrelas do soul, como Prince (Purple Rain) e Michael Jackson (Thriller) decolaram. Com vocais quentes e sensuais e batidas dançantes, estes artistas dominaram as paradas durante os anos 1980. Cantoras de soul tais como Whitney Houston, Janet Jackson e Tina Turner também ganharam grande popularidade durante a última metade da década. No início dos anos 1990, enquanto o rock alternativo, o heavy metal de grupos como Metallica, e o gangsta rap dominavam as paradas, alguns grupos começaram a fundir o chamado hip hop ao soul. Michael Jackson e o grupo Boyz II Men foram os mais populares dentre os pioneiros desta fusão. Durante a última parte da década, o chamado neo soul, surgiu e continuou esta mistura do hip hop ao soul, conduzido por nomes como Mariah Carey Mary J. Blige, Lauryn Hill e Erykah Badu.

 Subgêneros:

 Soul de Detroit (Motown) 

 Dominados por Berry Gordy e sua gravadora Motown, o soul de Detroit é fortemente rítmico e influenciado pelo gospel. Freqüentemente inclui acompanhamento com palmas e uma forte linha de baixo, e também inclui sons de violinos, sinos e outros instrumentos não-tradicionais. A Motown tinha sua própria banda, chamada The Funk Brothers. Outros artistas e grupos: Marvin Gaye, The Temptations, Smokey Robinson, Gladys Knight & the Pips, Martha Reeves & The Vandellas, The Marvelettes, Mary Wells, Diana Ross (e o grupo The Supremes), The Jackson 5, The Four Tops e os compositores Brian Holland, Lamont Dozier e Eddie Holland|Holland.

 Deep soul e southern soul 

 Os termos deep soul e southern soul geralmente se referem a um agitado e energético estilo de soul, combinando a energia do R&B com a pulsante música gospel do sul dos Estados Unidos. O selo Stax Records de Memphis no Tenesse, nutriu um som distinto, que incluía a mixagem dos vocais mais ao fundo da gravação que a maioria das gravações de R&B contemporâneo, usando vibrantes passagens de trompa no lugar dos vocais de fundo, e um foco na extremidade mais baixa do espectro de freqüência. A grande maioria dos lançamentos da Stax foram acompanhadas pelas bandas de casa, Booker T and the MGs (com Booker T. Jones, Steve Cropper, Donald "Duck" Dunn e Al Jackson) e os Memphis Horns (uma parte da secção de metais dos Mar-Keys).

Soul de Memphis 

 Geralmente se refere ao soul produzido pela gravadora Stax Records, em Memphis. A Stax deliberadamente cultivava um soul bem característico, o que incluía a colocação dos vocais bem atrás durante a mixagem da gravação do que em outros discos de R&B da época, o uso de metais em parte da gravação no lugar dos vocais de fundo, e um foco na parte mais baixa do espectro de freqüências sonoras musicais (sons graves). A grande maioria dos lançamentos da Stax foram acompanhadas da banda Booker T and the MGs (da própria gravadora, que incluía lendas do soul como Booker T. Jones, Steve Cropper, Donald "Duck" Dunn e Al Jackson) e a seção de metais do grupo The Bar-Kays. O selo contava ainda com Solomon Burke, Otis Redding, Carla Thomas, Sam & Dave, Rufus Thomas, William Bell e Eddie Floyd entre seus astros. (Quem se interessar pela história da gravadora Stax pode consultar o livro de Peter Guralnik intitulado, em inglês, Sweet Soul Music Soul de Chicago

O soul de Chicago

geralmente tinha influência da música gospel, mas o grande número de gravadoras com sede na cidade tenderam a produzir um som mais diversificado do que em outras cidades. Vee Jay Records, que durou até 1966, produziu gravações de Jerry Butler, Betty Everett, Dee Clark, e Gene Chandler. A Chess Records, um selo principalmente de blues e rock and roll, produziu um grande número de artistas de soul. Mayfield não só marcou muitos sucessos com seu grupo, The Impressions, mas escreveu muitas canções de sucesso para os artistas de Chicago e produziu sucessos nos seus selo próprios para The Fascinations e os Five Stairsteps

Soul de Nova Orleans

 O cenário soul de Nova Orleans saiu diretamente da era rhythm and blues, quando artistas como Little Richard, Fats Domino e Huey Piano Smith tiveram um enorme impacto sobre as paradas de pop e R&B e uma enorme influência direta para o nascimento do funk. O principal arquiteto do soul da Crescent City foi compositor, arranjador e produtor Allen Toussaint. Ele trabalhou com artistas como Irma Thomas ("a Rainha do Soul de New Orleans"), Jessie Hill, Kenner Kris, Benny Spellman, e Ernie K. Doe no selo Minit/Instant cheio de produções de um distinto som soul de Nova Orleans, gerando muitos hits americanos. Outros notáveis hits de Nova Orleans vieram de Robert Parker, Betty Harris e Aaron Neville. Enquanto as gravadoras em Nova Orleans, praticamente desapareceram em meados da década de 1960, os produtores da cidade continuaram a gravar artistas soul de Nova Orleans para outras gravadoras, principalmente gravadoras de Nova Iorque e Los Angeles, notávelmente Lee Dorsey para a nova-iorquina Amy Records e os Meters do selo baseado em Nova York Josie e sua baseada em Los Angeles Reprise. Soul da Filadélfia Chamado em inglês de "Philly Sound", seus arranjos de metais podem ser reconhecidos em gravações de bandas como MFSB, Harold Melvin & The Blue Notes, The O' Jays,The Stylistics ou The Spinners, e de músicos como Billy Paul (e suas gravações mais conhecidas: "Your Song" (de Elton John, de 1972, e "Only The Strong Survive", de 1977). A "mão" dos compositores Kenneth Gamble e Leon Huff está bem presente no "Philly Sound". Também, o produtor, arranjador e compositor Thom Bell teve participação crucial neste movimento. Ele e a letrista Linda Wake Creed compuseram várias canções que tornaram muito popular o "Philly Sound" nos Estados Unidos e ao redor do mundo.

Soul psicodélico 

 O soul psicodélico foi uma mistura de rock psicodélico e da soul music no final dos anos 60, que pavimentou o caminho para o surgimento do mainstream funk, alguns anos depois.

 Soul branco 

 Tocado por artistas brancos, o chamado "blue-eyed soul" é caracterizado por ritmos cativantes e melodias suaves. Surgiu de uma mistura derivada do "rockabilly" de Elvis Presley e Bill Haley e das músicas de (Dion DeMucci) e do grupo The Four Seasons, de Frankie Valli. Outros artistas e grupos incluem os Righteous Brothers, Daryl Hall & John Oates, Amy Winehouse, The Rascals, Mitch Ryder & the Detroit Wheels, Boy George, Eric Burdon, Wild Cherry, The Blues Brothers, Average White Band, George Michael, Rick Astley, Van Morrison, Joss Stone, Adele, , Duffy e Dusty Springfield. O álbum de David Bowie intitulado Young Americans é considerado um clássico tardio do gênero.

Soul britânico 

 O soul tem sido uma grande influência na música popular britânica desde a década de 1960, incluindo bandas da invasão britânica, sendo a mais importante os Beatles.[4] Havia um punhado de importantes bandas de blue-eyed soul britânico, incluindo Dusty Springfield e Tom Jones.[5] O soul americano era extremamente popular entre algumas sub-culturas jovens, como os movimentos northern soul e modern soul, mas um gênero clara de soul britânico não surgiu até os anos 1980, quando uma série de artistas como George Michael, Sade, Simply Red, Lisa Stansfield e Soul II Soul fizeram sucesso comercial.[6] A popularidade de artistas de soul britânicos nos Estados Unidos, mais notavelmente Adele, Amy Winehouse, Dionne Bromfield, Estelle, Joss Stone e Leona Lewis levou a falar de uma terceira invasão britânica ou invasão soul nos anos 2000

Northern soul e modern soul 

 O termo northern soul foi cunhado pelo jornalista Dave Godin e popularizada em 1970, através de sua coluna na revista Blues e Soul.[9] O termo refere-se a música soul rara que era tocada por DJs em casas noturnas no norte da Inglaterra. Os playlists inicialmente consistiam em gravações obscuras da década de 60 e início da década de 70 de soul americano com uma batida uptempo, como os da Motown Records e selos mais obscuros, como o Okeh Records. O modern soul foi desenvolvido quando DJs de northern soul começaram a procurar em lojas de discos nos Estados Unidos e Reino Unido por música que era mais complexa e contemporânea. O resultado foi um som mais rico, que era mais avançado em termos de tecnologia Hi-Fi e rádio FM.

Neo soul Neo soul 


 O termo neo soul foi cunhado pelo produtor de marketing e executivo de gravadora Kedar Massenburg para descrever uma mistura musical de vocais e instrumental no estilo do soul dos anos 70 com o som R&B contemporâneo, batidas hip hop e interlúdios poéticos. O estilo foi desenvolvido entre o início e meados dos anos 90. Um elemento-chave no neo soul é uma dose pesada de Fender Rhodes ou Wurlitzer amortecidos sobre um suave, embalada interação entre a bateria (geralmente com um som de aro de caixa batido) e um baixo abafado e profundamente funky. O som do piano Fender Rhodes dá à música um caráter quente e orgânico.

 New Jack Swing e nu soul

 Apesar de se dizer que surgiram em meados dos anos 90, os elementos do "nu soul", uma mistura dos vocais R&B com a batida do hip hop e raps, apareceu inicialmente em fins dos anos 80 com artistas como Keith Sweat, Alexander O'Neal e The Force M.D.s. Durante o início dos anos 90, En Vogue e a britânica Lisa Stansfield continuaram a aproximar o que era chamado New Jack Swing do neo soul, que eram gêneros diferentes na época em que Michael Jackson (com o disco Dangerous), D'Angelo, Mary J. Blige, Lauryn Hill, Janet Jackson e Alicia Keys começaram a popularizar o som. Outros artistas e grupos: G.A.T., Jill Scott, LeVert, Jaguar Wright, Erykah Badu, Adriana Evans e outros.

Quiet Storm 

 Normalmente considera-se que surgiu com Smokey Robinson em "Quiet Storm", o gênero do mesmo nome é suave e relaxante, com artistas como Anita Baker, Luther Vandross, Stevie Wonder, Mariah Carey, Whitney Houston e Sade Adu. Nu-jazz e soulful eletrônica Muitos artistas em vários gêneros de música eletrônica (como house music, drum and bass, UK garage e downtempo) são fortemente influenciados pelo soul, e tem produzido muitas composições inspiradas no soul.


 Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Soul

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Foi Você

Acaba de sair do forno meu novo trabalho independente. Depois de 9 anos, ufa, uma gestação, criei coragem de enfrentar meus medos e mostrar ao mundo meu trabalho solo, sem parcerias e independente. Espero que gostem, essa é só a primeira, e se D´us quiser, teremos mais novos singles em breve.

    Foi você

                                            
                                             Uma dessas histórias sobre o amor.





        


Foi Você

Foi você, que me deu
Tanto prazer, de viver
Foi você, que amei
Mais do que a mim
E me esquecer
Que solidão, eu sinto hoje aqui
Te querendo, pensando em reconquistar você
Preciso entender, outra vez
O porque, de tanta dor

Refrão
Tchururururu baby
Tchururururu te amo baby
Mas não dá / á á á á á á 2x
Não dá / á á á á á á á

Hoje eu sei , que te amei
Ate demais, quase pirei de vez
Eu vou viver, me renovar, me refazer
Vou melhorar, me transformar e renascer
Então você vai ver, de uma vez
Tudo que fiz, era por amor

(Refrão)

Por você, me anulei e adoeci
Não quis entender
Você perdeu e agora diz que como eu
Não há ninguém que o meu olhar te mostra o céu
A resposta é não
O papo acaba aqui
Tudo isso você mesma provocou


Baixe a música grátis aqui: http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/fredywander

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O DNA pode ser influenciado e reprogramado através de palavras e frequências

O DNA humano é uma Internet biológica e superior em muitos aspectos à uma artificial. A mais recente pesquisa científica russa direta ou indiretamente, explica fenômenos como a intuição, clarividência, atos espontâneos e remotos de cura, auto cura, técnicas de afirmação, luzes / auras incomuns em torno das pessoas (mestres espirituais), influência da mente sobre os padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina em que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM remover e substituir um único gene. Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para a construção de proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados "DNA lixo". Os pesquisadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não seja burra, juntaram-se a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de "DNA lixo". Seus achados, resultados e conclusões são simplesmente revolucionários! Segundo eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os linguistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, seguem as mesmas regras que todos os nossos idiomas humanos. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm um jogo de regras como nossas línguas. Então, os idiomas humanos não apareceram por acaso, mas são um reflexo do nosso DNA inerente. O biofísico russo e biologista molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. [Por razões de brevidade vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: ".. Cromossomos vivos funcionam como computadores solitonicos / holográficos que utilizam a radiação laser endógena do DNA". Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular a freqüência certa de padrões em um raio laser e, com ela influenciar a frequência do DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isso, também, foi provado experimentalmente! Substâncias de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirão aos raios laser modulados de linguagem e até mesmo ondas de rádio, se as frequências apropriadas estiverem sendo usadas. Isto explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e a vontade podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples do DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalharam em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através do rádio modulado adequado e frequências de luz e assim reparar defeitos genéticos. O grupo de pesquisa Garjajev conseguiu provar que com este método cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles até capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples ao DNA. Isto representa uma inacreditável revolução e sensacional transformação mundial! Tudo isto simplesmente pela aplicação da vibração e da linguagem em vez de o procedimento de cortar fora arcaico! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior sobre a formação de organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas. Os professores esotéricos e espirituais tem sabido por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso já foi cientificamente provado e explicado. Claro que a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e de maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta. Mas quanto mais desenvolvida for a consciência de um indivíduo, menos necessidade há para qualquer tipo de dispositivo! Pode-se alcançar estes resultados por si mesmo, e a ciência vai finalmente parar de rir de tais idéias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí. Os cientistas russos também descobriram que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estas são as conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através do qual as informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e passa-os para a nossa consciência. Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem uma hipercomunicação bem-sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil. Na natureza, hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado da vida nos estados de insetos prova isto dramaticamente. O homem moderno sabe disto somente em um nível muito mais sutil como "intuição". Mas nós, também podemos recuperar o pleno uso do mesmo. Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha está morta, no entanto, todo o trabalho na colônia pára. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os "planos de construção", também de longe através da consciência de grupo de seus assuntos. Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, contanto que ela esteja viva. No homem a hipercomunicação é encontrada com mais freqüência quando alguém subitamente ganha acesso à informação que está fora da base de seu conhecimento. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou uma noite que um demônio sentou em sua cama tocando o violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, ele a chamou Sonata Trill do Diabo. Durante anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou com uma situação em que ele estava ligado a um tipo de CD-ROM de conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis ​​foi então transmitido a ele para que fosse capaz de lembrar pela manhã. Havia um tal fluxo de informação que parecia uma enciclopédia inteira sendo transmitida à noite. A maioria dos fatos eram fora de sua base de conhecimento pessoal e alcançou detalhes técnicos sobre o qual ele não sabia absolutamente nada. Quando a hipercomunicação ocorre, pode-se observar no DNA, assim como no ser humano fenómenos especiais.

Cientistas russos irradiaram amostras de DNA com luz a laser. Na tela um padrão de onda típica foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda manteve-se a partir da amostra removida, cujo campo de energia, aparentemente, manteve-se por si só. Este efeito é agora chamado efeito de DNA fantasma. Supõe-se que a energia de fora do espaço e tempo ainda flui através dos buracos ativados após o DNA ser removido. O efeito colateral mais freqüentemente encontrado em hipercomunicação também em seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis ​​na proximidade das pessoas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ficar irritados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético lentamente dissipa, os dispositivos funcionam normalmente. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor a atmosfera e a energia, o mais frustrante é que o aparelho de gravação pare de funcionar e registrar exatamente naquele momento. E repetir ligar e desligar após a sessão não restaura ainda a função, mas na manhã seguinte tudo volta ao normal. Talvez isso seja reconfortante ler, para muitos, já que não tem nada a ver com eles serem tecnicamente ineptos, isso significa que eles são bons em hipercomunicação. Em seu livro "Vernetzte Intelligenz" (Rede de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que, em tempos anteriores a humanidade tinha sido, como os animais, muito fortemente ligada à consciência de grupo e agia como um grupo. Para desenvolver e experimentar a individualidade nós, seres humanos, porém, tivemos de esquecer a hipercomunicação quase completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis ​​em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, ou seja, uma, em que alcançamos o acesso a todas as informações através do nosso DNA, sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com essa informação. Sabemos agora que assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode buscar os dados da rede e pode estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou "sensoriamento remoto" sobre o estado de parentes, etc, podem assim ser explicados. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isso pode ser interpretado recentemente e explicado por meio dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, seria revertido para um instinto de rebanho primitivo que é facilmente manipulado. Hipercomunicação no novo milênio significa algo muito diferente: Os pesquisadores acreditam que se os humanos com plena individualidade recuperarem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino, como para criar, alterar e formar coisas na Terra! E a humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que a forem à escola. O sistema trata a todos globalmente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que eles se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias dos modos mais diversos. Ao mesmo tempo, mais e mais crianças clarividentes nascem [veja o livro "Crianças Índigo da China", de Paul Dong ou o capítulo sobre Índigos em meu livro "Nutze die taeglichen Wunder" (Faça Uso das Maravilhas Diárias)]. Algo nestas crianças está se voltando mais e mais para a consciência de grupo, e ela deixará de ser reprimida. Como regra, o clima por exemplo, é mais difícil de influenciar por um único indivíduo. Mas ele pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O tempo é fortemente influenciado pelas freqüências de ressonância da Terra, as assim chamadas freqüências Schumann. Mas essas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento ou indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo) concentram os seus pensamentos de forma semelhante ao do laser, então é cientificamente falando não de todo surpreendente, se puderem, assim, influenciar o clima. Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria de civilizações Tipo I. Uma humanidade que desenvolvesse uma consciência de grupo de novo tipo não teria nem problemas ambientais nem escassez de energia. Se fosse para usar seu poder mental como uma civilização unida, teria controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isso inclui todas as catástrofes naturais! A civilização teórica Tipo II seria mesmo capaz de controlar todas as energias de sua galáxia de origem. No meu livro "Nutze die taeglichen Wunder", eu descrevi um exemplo disto: Sempre que muitas pessoas centram a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como no Natal, campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Diana na Inglaterra então um determinado gerador de números aleatórios em computadores começam a entregar os números ordenados ao invés dos aleatórios. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em seus arredores inteiros! [Http://noosphere.princeton.edu/fristwall2.html]. Quando um número grande de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. Parece que aqui, também, uma espécie de consciência humanitária de toda a humanidade é criada. Na Parada do Amor, por exemplo, onde todos os anos cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais, como eles ocorrem, por exemplo, em eventos esportivos. O nome do evento por si só não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas era MUITO GRANDE para permitir uma inclinação para a violência.. Para voltar ao DNA: Aparentemente, é também um supercondutor orgânico que pode funcionar na temperatura do corpo normal. Supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente baixas entre 200 e 140°C para funcionar. Como aprendido recentemente, todos os supercondutores são capazes de armazenar luz e assim informação. Esta é uma explicação de como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos. Normalmente, esses buracos de minhoca super pequenos são altamente instáveis ​​e são mantidos somente por frações mínimas de segundo. Sob certas condições (leia sobre isso no livro Fosar / Bludorf acima) buracos de minhoca estáveis ​​podem se organizar, formando então domínios distintos do vácuo em que por exemplo a gravidade pode se transformar em eletricidade. Os domínios do vácuo são bolas auto-radiantes de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis ​​de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os russos começaram os programas maciços de pesquisa levando finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu. O olhar atento a eles em perguntar e perguntar a si mesmos, o que poderia ser. Eu pensei uma vez: "Olá, lá em cima. Se acontecer de você ser um OVNI, voe em um triângulo." E de repente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Ou elas atiravam-se pelo céu como discos de hóquei no gelo. Eles aceleraram de zero a velocidades loucas enquanto deslizavam suavemente pelo céu. Também pensei que eles fossem UFOs. Amigáveis, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar. Agora os russos encontraram nas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente, onde às vezes voam como bolas de luz de baixo para cima no céu, que estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento. Uma vez que descobriu que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência como são também produzidas em nossos cérebros. E por causa dessa semelhança das ondas que elas são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Para executar animadamente em uma que está ao nível do solo pode não ser uma idéia tão boa, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e são capazes de mutar nossos genes. Eles podem, eles não precisam necessariamente, alguém pode dizer. Pois muitos professores espirituais produzem também tais bolas visíveis ou colunas de luz em meditação profunda ou durante o trabalho de energia que provocam sentimentos decididamente agradáveis ​​e não causam qualquer dano. Aparentemente, isto também é dependente de alguma ordem interior e da qualidade e a proveniência do domínio de vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo) com quem nada é visto no início, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto eles se sentam e falam ou meditam em hipercomunicação, obtém-se apenas uma imagem de uma nuvem branca sobre uma cadeira. Em alguns projetos de cura da Terra tais efeitos de luz também aparecem nas fotografias. Resumindo, estes fenômenos têm a ver com a gravidade e as forças anti-gravidade que estão também exatamente descritas no livro e com buracos cada vez mais estáveis ​​e hipercomunicação e, portanto, com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço. As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e domínios de vácuo visíveis estavam convencidos de que um anjo tinha aparecido diante delas. E nós não podemos estar muito certos de que formas de consciência podemos ter acesso ao usar hipercomunicação. Não ter provas científicas para a sua existência real (as pessoas que tiveram tais experiências nem todas sofrem de alucinações) não significa que não haja fundo metafísico para isso. Nós temos simplesmente dado outro passo gigante rumo à compreensão de nossa realidade. A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação de domínios do vácuo), mas somente aqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três e quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, sul de Roma (local exato no livro "Vernetzte Intelligenz" mais vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas a ônibus lotados, rolam para cima. Mas o trecho em Rocca di Papa é bastante curto, e os céticos lógicos ainda desafiam a fugir para a teoria da ilusão de ótica (que não pode ser devido a várias características do local).


Fonte: http://www.neusarochateles9.blogspot.com.br/2012/10/dna-pode-ser-reprogramado-por-palavras.html


 Todas as informações são do livro "Vernetzte Intelligenz" von Grazyna Fosar und Franz Bludorf, ISBN 3930243237, resumidos e comentados por Baerbel. O livro é, infelizmente, disponível apenas em alemão até agora. Você pode conferir a versão original deste artigo aqui:

http://www.soulsofdistortion.nl/dna1.html