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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Nasa confirma a música das esferas




Um satélite da Nasa confirmou a antiga tradição sobre a musica das esferas, os corpos celestes emitem sons harmônicos, conceito de harmonia universal e da sua simetria. Foi descoberto que a atmosfera do Sol, emite ultra-sons e interpreta uma partitura composta de ondas aproximadamente 300 vezes maior do que o ouvido humano pode captar. A música das esferas sempre foi a apaixão dos estudiosos do Universo. Para os pitagóricos, os sons emitidos pelos planetas dependia das proporções aritméticas de suas órbitas ao redor do Planeta Terra, da mesma forma que o comprimento das cordas de uma lira determina o tom. As áreas mais próximas produz sons que se intensificam com o aumento da distância. O mais extraordinário, segundo eles, os sons são sintonizados com os de outras áreas, produzindo um sincronizado particular a "música das esferas" Para os pitagóricos, por conseguinte, manifesta-se as proporções do universo "justo", tal como previsto pelos pelos ritmos e números, causando um canto harmonico. O cosmos, é portanto, um sistema que integra as sete notas musicais com os sete então conhecidos corpos celestes (Sol Lua, e cinco planetas visíveis). Há estes planetas foram adicionados três campos, chegou a 10, o número perfeito. A mesma harmonia celestial foi descrita por Platão em Epinomis quando disse que as estrelas estão execitando o melhor de todas as canções. Cícero também menciona na canção de Cipião o som intenso, que se originou das órbitas celestes, regido pela desigualdade, resultando em intervalos harmônicos diferentes. A tradição via o universo como um grande instrumento musical ampliado. Durante a Idade Média até o século XVII Kircher falou sobre "a grande música do mundo" e Fludd concebeu um monotone do Universo, dez registros evocados pelos pitagóricos melódicos traduziu a harmonia da criação. A tradição via o universo como um grande instrumento musical ampliado. Durante a Idade Média Foi o astrônomo Kepler , quem estabeleceu que uma estrela emite um som que é mais grave, enquanto o movimento é mais rapido, por isso não estão bem definidos intervalos que estão associados a planetas diferentes. Kepler postulou em sua obra Harmonices Mundi, as velocidades angulares dos sons que cada planeta produz. Na verdade, Kepler chegou a compor seis canções que correspondem aos seis planetas do sistema solar conhecidos até então. Quando combinadas, estas canções emite quatro acordes diferentes, sendo que uma delas produz a corda do início do universo. Um século depois, Newton abrange duas visões de mundo que parecia contraditório: o mecanicista do mundo [o grande relõgio universal] e de ordem superior que rege o universo. Sua visão mecanicista, permitiu a previsão das aparições de cometas e até mesmo a descoberta de Netuno por um processo de cálculo, reforçou a idéia de que o Universo apresenta uma grande harmonia.
Assim, desde os pitagóricos até a física moderna, todas as propostas teóricas têm usado a mesma noção de harmonia evocadas por Newton. Depois de Newton, a harmonia será chamada pelos físicos para descrever e compreender o mundo, embora de formas diferentes. Einstein, por exemplo, descobriu a relatividade porque estava convencido da harmonia do universo. A nova linguagem da física e da astrofísica, espectro da fala, frequências, ressonâncias, vibrações e análise harmônica, em que um sinal variável no tempo pode ser descrito por uma composição de funções trigonométricas. Essa harmonia universal é descrita matematicamente e geometricamente musical no final do século XIX, os físicos descobriram que a emissão de raios produz uma desexcitação do átomo semelhante aos intervalos musicais. Atualmente, a linha espectral é explicada pela mecânica quântica, porque os níveis de energia dos elétrons em um átomo, que são descontínuos, também podem ser expressas por números inteiros. A harmonia oculta adotou um novo nome, a simetria, uma vez que a geometria física real é usada para descrever, unificar e classificar as partículas elementares e suas interações, e para explicar os diferentes modelos teóricos do universo. Uma das mais recentes teorias da física descreve partículas elementares não como corpúsculos, mas como as vibrações de minúsculas cordas, considerado unidimensional entidades geométricas. Suas vibrações são baseadas em simetrias matemáticas que representam uma extensão da visão pitagórica do mundo e de recuperação da visão do mundo moderno, da antiga crença na música das esferas. Um satélite lançado ao espaço em abril de 1998 pela Região de Transição da NASA e do Coronal Explorer [TRACE] encontrou a primeira prova da música que emana de um corpo celeste como Kepler e os pitagóricos haviam imaginado. O TRACE visa estudar a atmosfera turbulenta superior do Sol, ou corona solar, onde são desencadeadas as tempestades e os solavancos. É equipado com um telescópio especial voltado para a região de transição que fica entre a superfície relativamente fria do Sol, na baixa atmosfera, onde as temperaturas são mais elevadas, como também a atmosfera superior ou corona muito quente. O TRACE tem dez vezes maior resolução temporal e resolução espacial cinco vezes maior do que qualquer outro observatório solar. Graças às suas características, os astrônomos foram capazes de descobrir a enorme complexidade da corona solar e obter imagens de vídeo do sol em vez de imagens estáticas (que fornece uma dimensão temporal para o estudo dos movimentos de curto prazo das estrelas). Com a ajuda desta nova ferramenta os cientistas da cosmológica Southwest Research Institute (SwRI) em San Antonio (Texas), descobriram que a atmosfera do Sol na verdade "soa"como previsto pelos pitagóricos, porque ele é cheio de ondas ultra-sônicas.
De acordo com esta descoberta, a música tradicional das esferas, é na verdade um ultra-som solar que interpreta um escore composto, através do ar 300 vezes maior que o som audivel para o ouvido humano, com uma frequência de 100 Hertz milli em periodos de 10 segundos. A Hertz é a freqüência de um fenômeno periódico cujo período é 1 segundo. Os seres humanos não podem ouvir sons de baixa freqüência de 16 Hz (infra-sons), nem superior a 20 kHz (ultra-sons ou supersônicas). Segundo seus descobridores, dentro de dez segundos essas ondas de ultra-som, gera algumas colisões durante a breve passagem de cada onda, como é o caso do ultra-som do PlanetaTerra. As ondas ultra-sônicas são produzidas tanto pelo choque repentino dos fluxos eletromagneticamente induzidos na superfície solar, ou pela colisão de certas ondas de som de baixa freqüência quando se levantam como ondas do mar a partir da superfície do sol. Ambos os motivos podem explicar, em adição ao som da música das esferas, outro velho mistério do Sol: a fonte de calor extra que tem a estrela em sua superfície. Explicação solar das várias temperatura. A uma temperatura acima de 100 000 ° C, a cromoesfera localizada entre o núcleo do sol e do arco solar é cerca de 20 vezes mais quente que a superfície do Sol (que tem uma temperatura de 6000 º C). A corona solar(em torno do sol) é ainda mais quente: 200 vezes a sua superfície. Há 50 anos os cientistas procuram as razões para esta diferença. As ondas sonoras são detectadas a uma distância de pequenas flutuações na luminosidade das emissões ultravioleta do sol. O ultra-som solar é tão fraco que as ondas individuais não são registradas. O satélite TRACE é um telescópio ultravioleta que orbita a Terra. A descoberta pode ajudar a resolver o mistério de décadas para definir o Sol e o clima espacial, ao mesmo tempo é uma nova contribuição inestimável para a teoria da musica das esferas. 
Referência: http://www.tendencias21.net/Un-satelite-de-la-Nasa-confirma-la-musica-de-las-esferas_a494.html

lobos cerebrais e suas especializações




Didaticamente o cérebro pode ser subdividido em cinco lobos anatômicos. A divisão funcional dessas regiões não é tão perfeita quanto a própria divisão neuroanatômica, entretanto, é possível apontar algumas funções de certa forma peculiares a cada lobo. A figura acima procura ilustrar tais funções. Abaixo, elas estão descritas em maiores detalhes:


Lobo frontal

O lobo frontal pode ser subdividido em quatro áreas funcionais: aárea motora primária, as áreas pré-motoras e motoras suplementares, a área de Broca e o córtex pré-frontal. A área motora primária constitui a maior parte do giro pré-central. Contém quase todos os corpos celulares dos neurônios que originam as vias motoras descendentes, sendo ativada na iniciação dos movimentos voluntários. As áreas pré-motoras e motoras suplementares ocupam o restante da circunvolução pré-central, envolvendo também porções adjacentes dos giros frontais superior e médio. Estão também funcionalmente relacionadas com a iniciação dos movimentos voluntários, principalmente o planejamento. A área de Brocacorresponde às porções opercular e triangular do giro frontal inferior. Localiza-se, preferencialmente na população, no hemisfério esquerdo. Suas funções estão associadas à escrita e à fala. O córtex pré-frontal é todo o restante do lobo frontal. Essa região relaciona-se com a regulação e inibição de comportamentos e a formação de planos e intenções. As alterações provocadas no lobo frontal teriam como consequência dificuldades de atenção, concentração e motivação, aumento da impulsividade e da desinibição, perda do autocontrole, dificuldades em reconhecer a culpa, hipersexualidade, dificuldade em avaliar as consequências das ações praticadas, agressividade e aumento da sensibilidade ao álcool, bem como incapacidade de aprendizagem com a experiência (fonte: mapadocrime.com.sapo.pt).


Lobo parietal

Pode ser subdividido basicamente em três áreas funcionais: a área somatossensitiva primária, uma parte especializada do lóbulo parietal inferior no hemisfério esquerdo e o restante do córtex parietal. A área da sensibilidade primária corresponde ao giro pós-central e está relacionada com a iniciação do processamento cortical da informação, seja ela tátil, proprioceptiva, térmica ou dolorosa. Em conjunto com o lobo temporal, geralmente no hemisfério esquerdo, porções do lóbulo parietal inferior estão envolvidas na compreensão da linguagem. O restante do córtex parietal relaciona-se com a orientação espacial, a percepção dos objetos e do próprio corpo. Indivíduos com danos nos lobos parietais geralmente demonstram profundos déficits, tais como anormalidades na imagem corporal e nas relações espaciais. Danos ao lobo parietal esquerdo podem resultar na chamada Síndrome de Gerstmann. Esta inclui confusão entre esquerda e direita, dificuldade de escrita (agrafia) e dificuldades com o pensamento matemático (acalculia). Também pode produzir desordens na linguagem (afasia) e inabilidade em perceber objetos (agnosia). Danos ao lobo parietal direito podem resultar em negligência a uma parte do corpo ou do espaço (negligência contralateral), a qual abala muitas das habilidades de cuidado próprio, tais como vestir-se e banhar-se. Danos no lado direito também podem causar dificuldades para a realização de tarefas (apraxia), a negação de déficits (anosagnosia) e perda das habilidades para desenhar (fonte: Neuroanatomia funcional, 2ª edição, Adel K. Afifi e Ronald A. Bergman).


Lobo temporal

O lobo temporal, por sua vez, pode ser subdividido funcionalmente na área auditiva primária, na área de Wernickeporções inferiores do lobo temporal relacionadas ao processamento da informação visual e a parte mais medial do lobo temporal, relacionada com aprendizagem e memória. A área auditiva primária está localizada em parte da superfície superior do lobo temporal que se continua com uma pequena área do giro temporal superior. A área de Wernicke, localizada na porção posterior também do giro temporal superior, geralmente no hemisfério esquerdo, é importante para a compreensão da linguagem. Alguns autores estendem esta área para o lóbulo parietal inferior e para o giro temporal médio. Como estas áreas circundam a fissura de Sylvius são muitas vezes referidas como zona da linguagem perisylviana (fonte: Neuroanatomia funcional, 2ª edição, Adel K. Afifi e Ronald A. Bergman).


Lobo occipital

O lobo occipital praticamente está todo relacionado à visão. A área visual primária está contida nas paredes do sulco calcarino e do córtex envolvente. A área visual de associação, envolvida com o processamento da informação visual, está representada pelo restante do lobo occipital, estendendo-se também para o lobo temporal, o que reflete a importância da visão para a espécie humana (fonte: http://saude-info.info/funcao-do-lobo-occipital.html).

Lobo da ínsula
Até pouco tempo, a ínsula era caracterizada como uma das áreas mais primitivas do cérebro, envolvida em atividades básicas como alimentação e sexo. Recentemente, novos estudos determinaram outras funções mais complexas. Por exemplo, na porção frontal da ínsula, experiências sensoriais são transformadas em emoções e sentimentos, como nojo, desejo, decepção, culpa, ressentimento, orgulho, humilhação, arrependimento, compaixão e empatia. A ínsula está ativada quando o organismo é preparado para situações premeditadas. Quando, por exemplo, alguém tem de sair de casa e lá fora faz frio, ela é ativada de modo a ajustar o metabolismo para enfrentar a situação. Além disso, a ínsula modula a resposta do organismo a estímulos dolorosos. Curiosamente, em pacientes vítimas de fobias e de transtorno obsessivo-compulsivo, a ínsula registra atividade intensa (fonte: neurologista Mauro Muszkat e revista Science).

sábado, 15 de dezembro de 2012

Votar para Fredy Wander | Breakout Brasil Entrar

Estou Participando do concurso Breakout Brasil na possibilidade de um contrato com uma  gravadora. Votem ai galera, e me ajudem a divulgar..

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Inveja, O que fazer?


Segundo o site wikipedia: Inveja ou invídia é um sentimento de tristeza perante o que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser). A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação. A inveja pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual. 
Por onde passei até hoje, um dos sentimentos mais obscuros da alma humana que tenho até o hoje o desprazer de presenciar talvez seja a inveja, um sentimento tão destrutivo que pode fazer o elo de crescimento e evolução se quebrar para sempre. Significativamente, as pessoas se desconectam de suas essências por talvez não conseguir enxergar a própria consciência imortal e intransferível. O desenvolvimento das faculdades cognitivas disponíveis ao ser humano como a razão e a expressão da consciência pode totalmente se fechar , principalmente se isso for manipulado por consciências com maior nível evolutivo. Muitas pessoas por onde passei e até hoje percebo pessoas bem próximas a mim, sentindo este sentimento mesquinho e autodestruidor e isso pra mim é plausível e perceptível, seja no olhar profundo, na fala, ou mesmo no campo do parapsiquismo inerente somente a quem o tem ou desenvolve.


 Um pouco sobre a inveja: 


Desde os tempos mais antigos, sempre que alguém ascendia socialmente, principalmente quando esta ascensão é pautada no talento, trabalho e honestidade, uma legião de idiotas supostamente “influentes” trata de minar o esforço alheio. A troco do quê? Apenas pelo prazer, principalmente quando estão em rodinhas com outros idiotas destilarem o veneno e se vangloriar do feito. Que instinto é este? Se é que podemos chamar de instinto. que levam as pessoas a querer o mal das demais sem ao menos conviver? Sem ao menos que esta pessoa lhe tenha feito alguma coisa? Que falta de educação, caráter e ética faz com seres desprovidos de visão de alma, pensem que este diminuto planeta carregado de vícios seja o limite entre a existência e as respectivas realizações? A pergunta é longa, e a resposta pode gerar teses e mais teses, mas o óbvio é que apenas uma palavra pode responder a isso: Natureza. Isso mesmo, quando o cabra nasce ruim, dificilmente concerta, é o que é, será e incomodará, prejudicará e irá confabular pelo resto da mísera vida que leva. Pode até obter sucesso e dinheiro, mas nunca terá o respeito verdadeiro, e terá contas a acertar quando aqui não mais estiver.
 A ignorância é usualmente usada para definir grupos de pessoas humildes, que não tiveram estudo, ou para julgar pessoas que brigam e utilizam de palavras de baixo calão. Ignorância significa na verdade falta de conhecimento em determinada área, portanto, somos todos ignorantes em milhões de assuntos. Porém o termo ignorante pode se tornar mais grave quando aplicado a um cidadão que possui preparo, estudo e berço. Pessoa esta que posa de exemplo, quando na verdade faz parte da pior espécie de ervas daninhas de uma sociedade. Este tipo de gente não suporta o sucesso alheio, ou um simples progresso que seja. Consideram-se os reis da razão e donos do caminho que leva ao estrelato. Pensam que são estrelas, interpretam o personagem, acreditam nele e quando acordam, estão estatelados no chão, vendo o crescimento daqueles que atacaram, e percebem o quão idiotas foram. No fundo tenho pena de pessoas assim, lhes falta acima de tudo um pouco que seja de personalidade, sim, pois quem sabe das potencialidades que possui, pouco se importa com a vida alheia e mira o sucesso de terceiros como referência para poder melhorar. A velha guarda critica a chegada dos novos, mina todos em volta, dissimula, faz discursos em grupos de conchavos. Quando a situação chega a este nível, o fracasso já dominou a antiga “aspirante a estrelinha” por completo, ela está sem rumo ou noção. Confunde amigos com negócios, e negócios com amigos. É falso e se expõe, fala bobeiras e perde o pouco de apoio que ainda tinha. Talvez os melhores exemplos dos quais eu citei acima sejam os próprios políticos do Brasil, jogadores de futebol, advogados e outros tantos. E aí José? Quando o cinto aperta, talvez desçam dos pedestais imaginários que ocupam e venham a comer prato feito na hora do almoço. A inveja é a mola sentimental que move tais pessoas, ela os consome. Até podem ser bons no que fazem, mas a arrogância lhes fechou as portas. Eu adoro me fazer de bobo, fingir que não sei quem me ataca, ouvir a conversa fiada de quem pensa ser superior. Tenho um prazer enorme em olhar nos olhos destes e ver o desespero de causa. Não torço para a derrota de ninguém, pelo contrário, mas que seria muito legal ver certos políticos na cadeia, ah, disso eu não abro mão. “Personalidades” então, nem se fala, a eterna luta para viver de uma imagem apagada e rotulada. Corpos sacrificados e esculpidos. Celulares que não atendem a telefonemas de antigos parceiros, amigos, e-mails que nunca são respondidos, quem sabe sequer lidos. Amigos, daqueles que você considerava irmão, viram as costas sem ao menos lhe dar a mínima satisfação. Nestes casos, a pessoa se questiona, fica tentando entender, não obtém resposta, porque explicação não há. Bem, me apego na razão, apesar de ter comigo que não sou melhor do que ninguém, erro sim, mas busco acertar. Apenas me esforço em fazer o melhor de forma honesta, apenas um pensamento me vem na mente, ou seja, a certeza de quem pedeu foram eles em jogar a minha amizade fora.

sábado, 8 de dezembro de 2012

TV Online - Congresso de Ufologia 2012


                                                TV Online







domingo, 25 de novembro de 2012

Neurociência - Música e Cérebro.




Há tempos vem se falando sobre as influências da música sobre a atividade mental e, em alguns casos, até sobre o comportamento animal. Bebês se acalmariam ouvindo músicas clássicas, bois confinados engordariam mais, galinhas botariam mais ovos e tantas outras observações curiosas. De qualquer forma, o tema música-cérebro tem sido fascinante. De fato, atualmente algumas pesquisas têm revelado interações entre reações humanas e estímulo musical. Os trabalhos mais recentes se beneficiam dos exames de imagens funcionais cerebrais obtidas de aparelhos de ressonância magnética e tomografia por emissão de pósitrons. Procura-se compreender, cada vez mais, o comportamento musical neurológico e as reações mentais das pessoas à música e ao som. Além de ampliar os conhecimentos sobre a fisiologia neurológica, esses trabalhos visam obter subsídios para as bases da musicoterapia em pacientes com distúrbios neurológicos e psiquiátricos. Uma das conclusões que já se pode obter é que nossos cérebros têm circuitos distintos para perceber, processar e tocar música. A música, como atividade neuropsicológica, requerer múltiplas funções cerebrais, tais como a função auditiva para escutar e apreciar a harmonia, ritmo, timbre, a função visual, para ler uma partitura, a função motora para execução instrumental e, mais fascinante, as funções cognitivas e emocionais para a interpretação e representação musical interior (Barbizet e Duizabo, 1985). Estudar as relações multifuncionais da música com o cérebro amplia os conhecimentos sobre a integração cerebral da capacidade de percepção e atividades comportamentais complexa. O termo “funções musicais”, utilizado pela neurociência, são um conjunto de atividades cognitivas e motoras envolvidas no processamento da música. São mecanismos pelos quais o cérebro se organiza para coordenar todas as operações mentais envolvidas com a música. Atualmente já se pesquisa se a pessoa tem as habilidades musicais preservadas. Outro termo que está cada vez mais presente nos exames de neurociências é a “amusia”. No plural, as amusias correspondem à perda das funções musicais. Observando que as afasias, que são alterações neurológicas da linguagem, nem sempre são acompanhada das amusias e, por causa disso, deduz-se que haja uma autonomia dos processos de comunicação verbal e musical, conseqüentemente, uma independência estrutural e funcional dos substratos neurobiológicos (Sergent, 1993). Anatomicamente sabe-se que não existe um centro neurológico específico para a música, como existe para a linguagem, sendo a função musical difusamente presente em diversas áreas cerebrais, mesmo naquelas áreas envolvidas com outros tipos de cognição (Zatorre e McGill, 2005). Para as pesquisas atuais a música ultrapassou sua natureza artística e passou a ser um instrumento para o estudo de vários aspectos da neurociência. Não é demais afirmar que o ato de ouvir e de produzir música envolve praticamente todas as funções cognitivas. Outra constatação interessante é que as áreas ativadas pela função musical variam com as experiências individuais e com o treinamento musical, tornando então muito mais complexo este estudo. Sabe-se, há tempos, que cada cérebro tem suas preferências musicais pessoais, porém, alguns critérios de preferência são universalmente comuns e presentes em todos os cérebros. Acredita-se que as músicas capazes de chamar a atenção possuam uma estrutura melódica e temporal (harmonia e ritmo) suficiente para desencadear processos mentais automáticos de análise que criam expectativas sobre como a melodia deve prosseguir, desde as primeiras notas ouvidas. Esse processo não consciente de tentar adivinhar as próximas notas e, eventualmente acertar, é um estímulo prazeroso de recompensa que mantém o cérebro interessado em continuar expectando. Isso acaba resultando no sentimento de gostar da música. Por conta dessa avidez cerebral em construir uma suposta familiaridade musical, quanto mais música se ouve, mais o cérebro aprende a acertar antecipadamente os padrões de melodias e ritmos, assim, mais música quer ouvir. O prazer da música talvez venha do trabalho agradável que ela dá ao cérebro. As melodias simples demais como, por exemplo, um batuque ou um simples dó-ré-mi-fá-sol-lá-si-dó, têm uma estrutura musical tão trivial que rapidamente deixam de estimular o cérebro a pressupor o próximo passo musical, perdem o interesse, logo, deixam de estimular o sistema de recompensa. Não obstante, a mesmice musical desses arranjos mais simples pode exercer um efeito rítmico, hipnótico ou torporoso no cérebro, mas não estimula o prazer pleno em desejar mais música. Por outro lado, seqüências musicais muito complexas e difíceis de serem adivinhadas pelo cérebro, ou que não seguem algum padrão (normalmente de natureza cultural), são frustrantes para o sistema de recompensa. Por não oferecer prazer algum, a novidade musical complexa, estranha e algo bizarra é logo abandonada (Housel, 2002). Na Universidade Federal Paulista de Medicina, o neurologista Mauro Muszkat pesquisou as alterações elétricas no cérebro de pacientes ao escutarem música. De um modo geral, as funções musicais parecem ser complexas, múltiplas e de localizações assimétricas, envolvendo o hemisfério direito para altura, timbre, discriminação melódica, e o esquerdo para ritmos, identificação semântica de melodias, senso de familiaridade e processamento temporal e seqüencial dos sons. No entanto a lateralização das funções musicais pode ser diferente em músicos, comparado a indivíduos sem treinamento musical, o que sugere um papel da música na chamada plasticidade cerebral segundo Muszkat. Para este neurologista, “um paciente que tenha sofrido algum dano cerebral pode recuperar algumas funções se for estimulado com a música”. A arte não apenas produz prazer no ser humano, mas, sobretudo, provoca uma reação vivencial, um juízo, uma resposta (Blasco, 1998). Como arte a música tem o poder de sugestão, de projeção, de permitir a realização imaginária de desejos inconscientes, de lembranças, de sentimentos hedonistas e de comunicação, aliás, de comunicação universal. Segundo o eminente maestro e compositor alemão Hans-Joaquim Köellreutter, figura proeminente da educação musical no Brasil nos anos 40, música é também linguagem, uma vez que utiliza um sistema de signos que transmite informações ou mensagens. Entretanto, preferimos considerar a música um eficiente meio de comunicação não verbal, mas não uma linguagem propriamente dita, pois não separa significante e significado com faz a linguagem. Além do mais, as estruturas neurológicas envolvidas para o processamento musical são funcionalmente autônomas e diferentes daquelas envolvidas com a linguagem, isto é, envolvidas com a fala, com a leitura e com a escrita. Os atuais conhecimentos neuropsicológicos da música pretendem ainda compreender melhor as reações e o comportamento musical não apenas inatos, mas também adquiridos pelo aprendizado. Músicas e Emoções A música interfere na plasticidade cerebral, favorece conexões entre neurônios na área frontal do cérebro, que é relacionada a processos de memorização e atenção, além de estimular a comunicação entre os dois lados do cérebro, o que pode explicar sua relação com raciocínio e matemática. O ser humano é essencialmente musical, seja no ritmo corporal (andar, mastigar, falar...), seja no ritmo fisiológico (respirar, nos batimentos cardíacos, intestinos...), e a música tem se mostrado importante para o neurodesenvolvimento da criança e de suas funções cognitivas


Do lado psíquico, a música acompanha praticamente todos os momentos emocionais importantes nas nossas vidas, desde as canções de ninar até a música fúnebre. Isso contribui para a construção de relações de afeto com a música, afeto este que pode ser mobilizado na presença de determinadas músicas. Coletivamente e culturalmente nota-se a existência de grupos de pessoas com determinadas identidades musicais e que tendem a atribuir valores afetivos semelhante a determinadas músicas. Dessa forma, existe tanto um caráter social quanto um caráter pessoal relacionados às experiências musicais. Geralmente os afetos da pessoa são profundamente mobilizados pela música, a ponto de não se sentir feliz ouvindo uma música que recorde um momento triste e o vice-versa disso é importante nas recomendações musicais para ajudar no tratamento da depressão. A atividade musical envolve quase todas as regiões do cérebro e os sistemas neurais. Por exames de imagem funcional cerebral vê-se que a música capaz de emocionar ativa estruturas das regiões cerebelares, responsáveis pela produção e liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina e, principalmente da amídala, que é a principal área do processamento emocional. O ato quase automático de acompanhar uma música é capaz de ativar a região do hipocampo, responsável pelas memórias, bem como o córtex frontal inferior. Para a execução de músicas são acionados os lobos frontais, tanto através do córtex motor quanto sensorial. O cérebro humano é formado por três partes: o arqui-cérebro, ou cérebro reptiliano, comum a todos os animais, o sistema límbico, aquisição evolutiva nos mamíferos, e o neo-cérebro ou cérebro cortical, presente em seres biologicamente mais evoluídos – como símios, baleias, golfinhos e ser humano. O ritmo estaria relacionado com o cérebro reptiliano, um sistema comum a todos os animais e responsável pelo instinto. Músicas de ritmo básico, primitivo e primário, como o batuque ou o ritmo eletrônico, estimulariam mais essa parte reptiliana do cérebro humano. Bastante primitivo e capaz de entorpecer emoções mais sublimes. As músicas mais elaboradas e melodiosas provocariam o lado emocional do cérebro, como as músicas clássicas e românticas. Esse tipo de música ativa também o sistema límbico, relacionado com a intuição e o sentimento. O compositor italiano Rossini, autor de músicas sacras, músicas de câmara e de mais de trinta óperas, dentre elas O barbeiro de Sevilha e Cinderela, escreveu: “A influência da música sobre a alma, sobre o seu progresso moral, é reconhecida por todo o mundo. A harmonia coloca a alma sob o poder de um sentimento que a desmaterializa. Tal sentimento existe num certo grau, mas se desenvolve sob a ação de um sentimento similar mais elevado. A música exerce uma influência feliz sobre a alma. E a alma, que concebe a música, também exerce sua influência sobre a música. A alma virtuosa, que tem a paixão do bem, do belo, do grande, e que adquiriu harmonia, produzirá obras-primas capazes de penetrar as almas mais encouraçadas e de comovê-las”. Efeito “Mozart” A idéia do Efeito Mozart surgiu em 1993 na Universidade da Califórnia, em Irvine, com o físico Gordon Shaw e Frances Rauscher, pesquisadores em desenvolvimento cognitivo. Eles estudaram os efeitos sobre alguns estudantes universitários produzidos quando escutavam os primeiros 10 minutos da Sonata para Dois Pianos em Ré Maior de Mozart. Eles encontraram um melhoramento temporário do raciocínio espaço-temporal, conforme medido pelo teste Stanford-Binet de QI (Rauscher e Shaw, 1995). Entretanto, nenhum outro pesquisador foi capaz de reproduzir esses resultados, mas, não obstante, o chamado efeito Mozart continuou a ser bastante divulgado na mídia, apesar de ser alvo de inúmeras controvérsias na literatura.

Mais recentemente o Efeito Mozart tem sido investigado em relação à atividade registrada no EEG de pacientes portadores de epilepsia. O Hughes (1998) observou que a audição de Mozart (a mesma Sonata para dois Pianos em Ré Maior) induziu a significativa redução da atividade cerebral paroxística em períodos entre as crises em 23 de 29 pacientes (79%), incluindo pacientes em estado de coma. Mas Isso não é o mesmo que afirmar que ouvir a Mozart aumenta a inteligência em crianças. Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791), foi um compositor influente do período clássico. Baseados nesse tal efeito Mozart, em 1998 os entusiasmados Rauscher e Shaw anunciaram ter provas científicas de que a instrução em piano e canto é superior à instrução em computação para aumentar as habilidades de raciocínio abstrato em crianças. A experiência incluiu três grupos de pré-escolares: um grupo recebeu aulas particulares de piano-teclado e aulas de canto; um segundo grupo recebeu aulas particulares de computação; e um terceiro grupo não recebeu nenhum treinamento. As crianças que receberam treinamento em piano e teclado tiveram desempenho 34% melhor em testes medindo habilidade espaço-temporal, que os outros. Observou ainda que não só a freqüência da atividade paroxística diminuía, mas também a amplitude das descargas. O Mapeamento Cerebral realizado durante a sonata mostrava diminuição da atividade teta e alfa nas regiões centrais, com aumento da atividade delta nas regiões central e média. O que isso significa clinicamente continua sendo um mistério. Musicoterapia As respostas do ser humano à música são variadas por múltiplos fatores, desde a sensibilidade afetiva e cultural, afinidade musical, receptividade sensorial, educação e aprendizado, conjuntura social e outros. Fisiologicamente o som, com todas suas qualidades de ritmo, timbre e melodia, é uma das experiências sensoriais mais precoces do ser humano. Seus efeitos sobre o psiquismo são evidenciados a partir das cantigas das mães para embalar seus filhos. Esses sons precoces fixam-se indelevelmente no psiquismo do ser humano. Os trabalhos com propósitos terapêuticos se baseiam nas múltiplas influências da música sobre diversos sistemas fisiológicos (não apenas cerebrais). Prioritariamente os conhecimentos atuais sugerem que a música possa ser aplicada em, pelo menos, quatro funções terapêuticas: na melhora da atenção, estimulando o desenvolvimento motor e cognitivo, nas habilidades comunicativas, na expressão emocional e na reflexão/sentimento da situação existencial. Segundo alguns trabalhos de pesquisa, a musicoterapia poderá ser um recurso terapêutico e preventivo para diversas enfermidades neurológicas e psíquicas, porém, dentro do bom senso que deve acompanhar a ciência, essas possibilidades devem estar inseridas ainda no campo da pesquisa. 


 Para referir: Ballone GJ - A Música e o Cérebro - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, 2010.


 Bibliografia Barbizet J, Duizabo Ph - Manual de Neuropsicologia. Trad. Silvia Levy e Ruth Rissin Josef, Porto Alegre, Editora Artes Médicas Sul Ltda., 1985. Blasco SP – Compendio de Musicoterapia. Volume I. Barcelona, Empresa Editorial Herder, S.A., 1999. França Correia CM, Muszkat M, De Vicenzo NS, Reis de Campos CJ - Lateralização das Funções Musicais na Epilepsia Parcial - Arq. Neuro-Psiquiatr. vol.56 n.4 São Paulo Dec. 1998. Houzel SH - O Cérebro Nosso de Cada Dia, ed. Vieira e Lent, 2002. Hughes JR, Daaboul Y, Fino JJ, Shaw GL - The "Mozart Effect" On Epileptiform Activity - Clinical Eletrooencephalography, 1998, 29(3):109-119 Rauscher FH, Shaw GL - Key components of the Mozart effect. Percept Mot Skills. 1998 Jun;86:835-41. Rauscher FH, Shaw GL, Ky N - Listening to Mozart enhances temporal reasoning: Towards a neurological basis. Neuroscience Letters, 185, 44-47, 1995. Sacks O - Alucinações Musicais, Relatos sobre a Musica e o Cérebro, Companhia das Letras, 2007. Zatorre R, McGill J – Music, the food of neuroscience? Nature 434, 312-315, March, 2005.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Cientistas descobrem duas maneiras de apagar memórias indesejadas




Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge revela que há duas maneiras de voluntariamente esquecer memórias indesejadas





"As duas possíveis maneiras de se esquecer de memórias indesejadas são: reprimi-las ou substituí-las"



Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram duas maneiras de esquecimento voluntário de memórias malquistas. As descobertas podem explicar porque indivíduos conseguem lidar com experiências indesejadas e levar ao desenvolvimento de tratamentos para distúrbios de controle de memória.

As duas possíveis maneiras de se esquecer dememórias indesejadas são: reprimi-las ou substituí-las com mais recordações desejadas. As táticas podem acontecer por vias neurais distintas.

"O estudo é a primeira demonstração de dois mecanismos distintos que causam esquecimento: um por desligamento do sistema de memórias e outro por facilitar a ocupação da consciência com um substituto de memória", diz o autor principal do estudo, Roland Benoit, da Unidade de Ciências do Cérebro, na Universidade de Cambridge.

Benoit e o cientista Michael Anderson usaram ressonância magnética funcional para examinar as atividades cerebrais de voluntários que haviam aprendido associações entre pares de palavras e posteriormente tentaram esquecer essas lembranças bloqueando-as ou recordando de memórias substitutivas.

As duas metodologias de esquecimento foram igualmente eficientes, mas ativaram circuitos neurais distintos. Na supressão da memória, o córtex pré-frontal dorsolateral, uma estrutura do cérebro, inibiu a atividade do hipocampo, uma região essencial para a lembrança de eventos passados.

Já durante a substituição de memória ocorreu que duas outras estruturas cerebrais agiram, o córtex pré-frontal caudal e o córtex pré-frontal médio ventrolateral. Essas regiões são envolvidas em relembrar memórias específicas na presença de lembranças perturbadoras ou indesejadas.

“Uma melhor compreensão desses mecanismos e como eles entram em colapso pode ajudar no entendimento de distúrbios que são caracterizados por uma regulação deficiente de memórias, como no transtorno de estresse pós-traumático. Saber que processos distintos podem contribuir para o esquecimento é útil, porque as pessoas podem ser naturalmente melhores em um do que no outro” conclui Benoit.

O estudo foi publicado recentemente no jornal científico Neuron, especializado em neurociência.



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Estado Vibracional -- Perguntas e Respostas - 1 - Nanci Trivellato - IAC...

Dúvidas sobre Energia consciencial ? Perguntas e respostas por Nanci Trivellato.
Assistam e vamos nos iluminar.
Energias positivas pra todos e todas.

http://www.iipc.org.br/




terça-feira, 30 de outubro de 2012

O despertar do " Poder Interior ".





''Em nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos pelo que esperamos ser.''





Há exatamente 9 anos atrás eu decidi ir em busca de minha própria verdade interior, não mais suportava tantas ideologias e filosofias que simplesmente não respondiam mais minhas perguntas internas, estava cansado de tantas proibições, e nenhum resultado concreto, sobre a real existência da espiritualidade e das manifestações da consciência. Nessa jornada de auto-conhecimento, me deparei com realidades tão incríveis de um potencial ilimitado, e que vai além de religiões, crenças e valores pré estabelecidos pelo homem, foi a melhor escolha que fiz. A descoberta dessa verdade intrínseca e interior, aliada a força da vontade me impulsionaram a grandes descobertas, sobre o para-psiquismo, sobre a relevância de que,  a consciência ao elevar-se, muda os padrões existenciais da dúvida, do medo e do engano, fazendo-nos despertar pra o que realmente importa.
A maioria de nós ainda vive num módulo de sonhar acordado. O que não é muito diferente do sonhar dormindo. A diferença é apenas de grau, de quantidade não de qualidade. A ideia de que boa parte da humanidade ainda vive neste estado paradoxal é absurda e inadmissível para muitos, pois o estado de consciência da média ainda não alcançou a potência e a profundidade interior necessária para tornar o ser desperto. O ser desperto é aquele que deu o próximo passo na forma em como percebe e manifesta a sua realidade. Enquanto sonhamos não percebemos os mecanismos das coisas; o que torna muito difícil o existir na realidade cotidiana bem como no nosso mundo interior. É importante entender que o estado de sono ou de inconsciência é inversamente proporcional ao nível de potência interna. A potência interior está diretamente associada com a intensidade de consciência. Quanto maior a potência interna maior o canal de consciência. Isto significa que a consciência se torna mais abrangente e aguda, permitindo desvelar as camadas mais profundas da existência e do próprio ser.
É magnífico constatar que todo o potencial está presente a nossa volta. Sempre esteve e sempre estará disponível. Bastando apenas a presença de uma consciência mais intensa para torná-los visíveis. Poderíamos elucidar esta ideia com uma analogia muito simples, a partir da qual a consciência se torna uma lanterna que ilumina um ambiente escuro e a medida em que se intensifica sua luz certos objetos são percebidos naquele ambiente. Portanto, os conceitos de criação e de realização poderiam ser resumidos como a percepção de algo novo na realidade, ou seja, de um novo potencial. Perceber é criar! Estamos todos numa dança existencial, cada um, quer seja consciente ou inconsciente, está sendo compelido, impulsionado a encontrar o seu compasso e o seu ritmo nesta grande dança cósmica.
 E o compasso individual é a potência interior. Tudo no universo é potente. Da grandeza de um astro à grandeza de um átomo. De uma simples célula à organismos complexos. Todos possuem potência, isto é, o impulso para o desenvolvimento, a transformação e a realização plena. Tal impulso pode ser inibido e na escala humana isto acontece com o Homem. E o resultado é a constatação dramática da ausência de sentido e do valor da singularidade de seu próprio ser. A queda da potência interior, o enfraquecimento da consciência tornou-se um dos fenômenos mais corriqueiros no cotidiano humano, levando ao conformismo de uma existência pálida, sem brilho, sem intensidade e dominada pelo medo. É importante frisar que a elevação da potência interior, aumenta o escopo da consciência, fazendo com que o processamento das experiências se dê de maneira muito mais fácil, pois com o aumento do fluxo de consciência há o aumento do fluxo de facilidade. E o fluxo de facilidade é a condição primeira para a felicidade. A consciência traz o conhecimento dos mecanismos até então ocultos dos fenômenos que determinam o funcionamento da estrutura do ser bem como da realidade.
 A causa primeira e última que provoca a queda da potência interna é a dispersão e dissipação da energia. Todos nós possuímos um centro superior, auto-motivado e infinitamente inteligente. Poderíamos chama-lo de - a essência mais profunda do ser ou o "si mesmo". Quando a energia é condicionada a fluir para fora, de alguma maneira nos desligamos deste centro, nos afastando de nossa base mais profunda. Boa parte do tempo vivemos distantes deste centro. Quando isso acontece usamos diversas formas de afirmação para interpretarmos o desligamento do centro, tais como: "Estou me sentindo péssimo"..... " Estou confuso"..... " Não sei o que fazer"..... "Estou perdido".etc.. Um ponto relevante é que muitos ainda não conseguem perceber ou sentir a existência deste centro o que os levará inevitavelmente a experiências de alto impacto para o despertar da percepção do centro. Este centro mobiliza o nosso mundo interior e possui múltiplas conexões com o universo. Todavia, quando estamos desligados do nosso centro, o mesmo não encontra as condições necessárias e básicas para elevar a potência interna, pois toda energia utilizada para a dinamização interior "escoa" para fora. O condicionamento do fluxo de energia pessoal para fora acontece à medida em que não nos damos força, o que nos leva a um comportamento primariamente reativo. A maioria das pessoas não dá força para si mesma, pois desenvolvem a crença de ser uma idéia formulada pela mente, um eu. E este eu é treinado a corresponder apenas ao externo.
O estado de identificação com este pensamento, o eu, é o que nos aprisiona na inconsciência e num modo perpetum de dissipação de energia e de baixa potência. Boa parte das pessoas que se mantém neste estado de identificação com o eu, dificilmente realizam o seu potencial, pois, este eu, em si é impotente e vazio, uma vez que o mesmo é apenas um conceito mental. A amplificação de nossa potência requer que mudemos o curso da energia, de modo que a mesma ao invés da dispersão, flua para dentro aumentando a sua concentração. É importante cruzarmos a fronteira do preconceito e experimentarmos a possibilidade de existirmos além, num lugar dentro de nós em que nos permitimos ser "si mesmo". Para tanto, é essencial entendermos que existe duas dimensões no ser humano. A primeira, é uma área virtual, infelizmente programada para negar o bem e suprimir a livre expressão do ser: a mente condicionada; mais especificamente, o fluxo caótico e desorganizado de pensamentos, que compõem " as vozes da cabeça" e que inibe a potência, a força livre de expressão e realização do Ser.
 A segunda, plenamente real, conhecedora e infinitamente inteligente - o centro, ao qual devemos nos entregar completamente. Esta é a área que emana múltiplas sensações, tecendo as verdades mais profundas que habitam o nosso interior e que age como uma verdadeira "bússola de navegação interna" nos direcionando e nos revelando aquilo que realmente é compatível com a nossa expressão singular. Aprender a se orientar pelo que se sente e não pela cabeça é a chave para a ampliação da consciência, logo da potência. Entregar-nos a este centro de força e poder é nos entregar e nos render completamente as nossas sensações. Pois quando recuperamos o contato com as nossas sensações, respeitando-as, gradualmente passamos a aprimorar a comunicação com o centro interior.
Aquilo que a princípio era apenas sensações discretas e distantes, agora se manifesta como um agrupamento de informações profundas, capaz de nos orientar sabiamente. Como se de repente um sábio atemporal dotado de um poder infinito acordasse dentro de nós e nos mostrasse o caminho, conduzindo-nos graciosamente para um mundo de pura satisfação e realização. Este é o destino o qual iremos inexoravelmente chegar. O ponto de potência máxima e de realização plena. A terra prometida da felicidade e da paz verdadeira que nunca esteve distante e sim nós que nos afastamos dela. Pois esta Terra nunca foi criada e nem vai deixar de ser. Ela habita em nós e nós habitamos ela. E neste momento, estamos voltando a ela, voltando para o Ser verdadeiro, a única coisa Real e eterna.

domingo, 21 de outubro de 2012

Soul Music

Soul (em inglês: alma) é um gênero musical dos Estados Unidos que nasceu do rhythm and blues e do gospel durante o final da década de 1950 e início da década de 1960 entre os negros.Durante a mesma época, o termo soul já era usado nos Estados Unidos como um adjetivo usado em referência ao afro-americano, como em "soul food" ("comida de negro").Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens com o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a "música soul" nada mais era que uma referência a música dos negros, independente de gênero. Durante a década de 1960, surgiu até o programa de televisão estadunidense Soul Train, que apresentava os sucessos das canções dos negros daquele país, independente do gênero do sucesso musical. Ainda no rhythm and blues, a popular dupla Sam & Dave escreveram um sucesso que ressurgiu mais tarde no filme Blues Brothers, no qual interpretam a canção "Soul Man". Sua letra cita "(…) eu sou um homem negro (…)".


Características do soul 

 A apresentação da música soul é emotiva; a melodia é bem ornamental misteriosa ornamentada e com improvisações, rodopios corporais do(a) cantor(a) e efeitos sonoros dos instrumentos. Os ritmos pegam facilmente, acentuados com o bater de palmas e os movimentos plásticos da coreografia são detalhes importantes. Outras características estilísticas importantes são as perguntas e respostas entre o cantor solista e o grupo coral, no estilo responsorial, e uma interpretação dramática do vocalista principal. A música soul normalmente também apresenta cantores acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.


Desenvolvimento

 O desenvolvimento da música soul foi acelerado graças a duas tendências: o R&B e o gospel.[1] Artistas como Ben E. King, Ray Charles, Solomon Burke, Jackie Wilson, Sam Cooke e os Isley Brothers fundiram a paixão dos vocais gospel com a música cativante e rítmica do R&B, formando assim o soul no final dos anos 1950. Socialmente, a grande audiência de adolescentes brancos que ouvia (inicialmente) cópias (ou "covers") brancos do R&B e sucessos de rock começou a demandar gravações dos artistas negros originais, tais como Little Richard e Chuck Berry. No fim dos anos 1950, isto fez com que várias gravadoras buscassem versões vendáveis de música. Os mais influentes selos de gravadoras eram a Stax records, baseada em Memphis, Tennessee, e a Motown, baseada na região de Detroit. Durante os anos 1960, a música soul era popular entre negros nos Estados Unidos, e entre muitos ouvintes influentes espalhados pelos Estados Unidos e Europa. Artistas do chamado "blue-eyed soul" ("soul branco"; músicos brancos que tocavam para platéias brancas) tais como The Righteous Brothers alcançaram um grande sucesso em curto prazo, apesar de artistas como Aretha Franklin, Esther Phillips e o músico James Brown terem provado ser mais duradouros. Outros importantes músicos de soul da época foram Solomon Burke, Bobby Bland, Otis Redding, Wilson Pickett e Joe Tex. Da mesma forma que o "blue-eyed soul" ou soul branco, surgiu nesta época um grande número de variedades regionais do soul.[3] No início dos anos 1970, o soul foi influenciado pelo rock psicodélico e outras variedades, e artistas como Marvin Gaye ("What's Going On") e Curtis Mayfield ("Superfly") lançaram declarações, em forma de discos, com duras críticas sociais. Artistas como James Brown conduziram o soul para uma espécie de "jam festival" dançante, resultando nas bandas funk dos anos 1970, como o Funkadelic, The Main Ingredient, The Meters e a banda War. Durante os anos 1970, algumas figuras do "soul branco" comercial, como Daryl Hall & John Oates alcançaram grande sucesso, e também grupos como The Delfonics e grupos do "soul da Filadélfia". Por volta do fim dos anos 1970, a disco dominava as paradas, e o funk, o "Philly soul" (soul da Filadélfia) e muitos outros gêneros foram influenciados pelo ritmo da discothèque. Um exemplo foi o grupo de "Philly soul" MFSB (produzidos por Kenneth Gamble e Leon Huff) ou o dançante funk de Rick James chamado "You and I", de 1978. Com a "decadência" da disco' music em fins dos anos 70, super-estrelas do soul, como Prince (Purple Rain) e Michael Jackson (Thriller) decolaram. Com vocais quentes e sensuais e batidas dançantes, estes artistas dominaram as paradas durante os anos 1980. Cantoras de soul tais como Whitney Houston, Janet Jackson e Tina Turner também ganharam grande popularidade durante a última metade da década. No início dos anos 1990, enquanto o rock alternativo, o heavy metal de grupos como Metallica, e o gangsta rap dominavam as paradas, alguns grupos começaram a fundir o chamado hip hop ao soul. Michael Jackson e o grupo Boyz II Men foram os mais populares dentre os pioneiros desta fusão. Durante a última parte da década, o chamado neo soul, surgiu e continuou esta mistura do hip hop ao soul, conduzido por nomes como Mariah Carey Mary J. Blige, Lauryn Hill e Erykah Badu.

 Subgêneros:

 Soul de Detroit (Motown) 

 Dominados por Berry Gordy e sua gravadora Motown, o soul de Detroit é fortemente rítmico e influenciado pelo gospel. Freqüentemente inclui acompanhamento com palmas e uma forte linha de baixo, e também inclui sons de violinos, sinos e outros instrumentos não-tradicionais. A Motown tinha sua própria banda, chamada The Funk Brothers. Outros artistas e grupos: Marvin Gaye, The Temptations, Smokey Robinson, Gladys Knight & the Pips, Martha Reeves & The Vandellas, The Marvelettes, Mary Wells, Diana Ross (e o grupo The Supremes), The Jackson 5, The Four Tops e os compositores Brian Holland, Lamont Dozier e Eddie Holland|Holland.

 Deep soul e southern soul 

 Os termos deep soul e southern soul geralmente se referem a um agitado e energético estilo de soul, combinando a energia do R&B com a pulsante música gospel do sul dos Estados Unidos. O selo Stax Records de Memphis no Tenesse, nutriu um som distinto, que incluía a mixagem dos vocais mais ao fundo da gravação que a maioria das gravações de R&B contemporâneo, usando vibrantes passagens de trompa no lugar dos vocais de fundo, e um foco na extremidade mais baixa do espectro de freqüência. A grande maioria dos lançamentos da Stax foram acompanhadas pelas bandas de casa, Booker T and the MGs (com Booker T. Jones, Steve Cropper, Donald "Duck" Dunn e Al Jackson) e os Memphis Horns (uma parte da secção de metais dos Mar-Keys).

Soul de Memphis 

 Geralmente se refere ao soul produzido pela gravadora Stax Records, em Memphis. A Stax deliberadamente cultivava um soul bem característico, o que incluía a colocação dos vocais bem atrás durante a mixagem da gravação do que em outros discos de R&B da época, o uso de metais em parte da gravação no lugar dos vocais de fundo, e um foco na parte mais baixa do espectro de freqüências sonoras musicais (sons graves). A grande maioria dos lançamentos da Stax foram acompanhadas da banda Booker T and the MGs (da própria gravadora, que incluía lendas do soul como Booker T. Jones, Steve Cropper, Donald "Duck" Dunn e Al Jackson) e a seção de metais do grupo The Bar-Kays. O selo contava ainda com Solomon Burke, Otis Redding, Carla Thomas, Sam & Dave, Rufus Thomas, William Bell e Eddie Floyd entre seus astros. (Quem se interessar pela história da gravadora Stax pode consultar o livro de Peter Guralnik intitulado, em inglês, Sweet Soul Music Soul de Chicago

O soul de Chicago

geralmente tinha influência da música gospel, mas o grande número de gravadoras com sede na cidade tenderam a produzir um som mais diversificado do que em outras cidades. Vee Jay Records, que durou até 1966, produziu gravações de Jerry Butler, Betty Everett, Dee Clark, e Gene Chandler. A Chess Records, um selo principalmente de blues e rock and roll, produziu um grande número de artistas de soul. Mayfield não só marcou muitos sucessos com seu grupo, The Impressions, mas escreveu muitas canções de sucesso para os artistas de Chicago e produziu sucessos nos seus selo próprios para The Fascinations e os Five Stairsteps

Soul de Nova Orleans

 O cenário soul de Nova Orleans saiu diretamente da era rhythm and blues, quando artistas como Little Richard, Fats Domino e Huey Piano Smith tiveram um enorme impacto sobre as paradas de pop e R&B e uma enorme influência direta para o nascimento do funk. O principal arquiteto do soul da Crescent City foi compositor, arranjador e produtor Allen Toussaint. Ele trabalhou com artistas como Irma Thomas ("a Rainha do Soul de New Orleans"), Jessie Hill, Kenner Kris, Benny Spellman, e Ernie K. Doe no selo Minit/Instant cheio de produções de um distinto som soul de Nova Orleans, gerando muitos hits americanos. Outros notáveis hits de Nova Orleans vieram de Robert Parker, Betty Harris e Aaron Neville. Enquanto as gravadoras em Nova Orleans, praticamente desapareceram em meados da década de 1960, os produtores da cidade continuaram a gravar artistas soul de Nova Orleans para outras gravadoras, principalmente gravadoras de Nova Iorque e Los Angeles, notávelmente Lee Dorsey para a nova-iorquina Amy Records e os Meters do selo baseado em Nova York Josie e sua baseada em Los Angeles Reprise. Soul da Filadélfia Chamado em inglês de "Philly Sound", seus arranjos de metais podem ser reconhecidos em gravações de bandas como MFSB, Harold Melvin & The Blue Notes, The O' Jays,The Stylistics ou The Spinners, e de músicos como Billy Paul (e suas gravações mais conhecidas: "Your Song" (de Elton John, de 1972, e "Only The Strong Survive", de 1977). A "mão" dos compositores Kenneth Gamble e Leon Huff está bem presente no "Philly Sound". Também, o produtor, arranjador e compositor Thom Bell teve participação crucial neste movimento. Ele e a letrista Linda Wake Creed compuseram várias canções que tornaram muito popular o "Philly Sound" nos Estados Unidos e ao redor do mundo.

Soul psicodélico 

 O soul psicodélico foi uma mistura de rock psicodélico e da soul music no final dos anos 60, que pavimentou o caminho para o surgimento do mainstream funk, alguns anos depois.

 Soul branco 

 Tocado por artistas brancos, o chamado "blue-eyed soul" é caracterizado por ritmos cativantes e melodias suaves. Surgiu de uma mistura derivada do "rockabilly" de Elvis Presley e Bill Haley e das músicas de (Dion DeMucci) e do grupo The Four Seasons, de Frankie Valli. Outros artistas e grupos incluem os Righteous Brothers, Daryl Hall & John Oates, Amy Winehouse, The Rascals, Mitch Ryder & the Detroit Wheels, Boy George, Eric Burdon, Wild Cherry, The Blues Brothers, Average White Band, George Michael, Rick Astley, Van Morrison, Joss Stone, Adele, , Duffy e Dusty Springfield. O álbum de David Bowie intitulado Young Americans é considerado um clássico tardio do gênero.

Soul britânico 

 O soul tem sido uma grande influência na música popular britânica desde a década de 1960, incluindo bandas da invasão britânica, sendo a mais importante os Beatles.[4] Havia um punhado de importantes bandas de blue-eyed soul britânico, incluindo Dusty Springfield e Tom Jones.[5] O soul americano era extremamente popular entre algumas sub-culturas jovens, como os movimentos northern soul e modern soul, mas um gênero clara de soul britânico não surgiu até os anos 1980, quando uma série de artistas como George Michael, Sade, Simply Red, Lisa Stansfield e Soul II Soul fizeram sucesso comercial.[6] A popularidade de artistas de soul britânicos nos Estados Unidos, mais notavelmente Adele, Amy Winehouse, Dionne Bromfield, Estelle, Joss Stone e Leona Lewis levou a falar de uma terceira invasão britânica ou invasão soul nos anos 2000

Northern soul e modern soul 

 O termo northern soul foi cunhado pelo jornalista Dave Godin e popularizada em 1970, através de sua coluna na revista Blues e Soul.[9] O termo refere-se a música soul rara que era tocada por DJs em casas noturnas no norte da Inglaterra. Os playlists inicialmente consistiam em gravações obscuras da década de 60 e início da década de 70 de soul americano com uma batida uptempo, como os da Motown Records e selos mais obscuros, como o Okeh Records. O modern soul foi desenvolvido quando DJs de northern soul começaram a procurar em lojas de discos nos Estados Unidos e Reino Unido por música que era mais complexa e contemporânea. O resultado foi um som mais rico, que era mais avançado em termos de tecnologia Hi-Fi e rádio FM.

Neo soul Neo soul 


 O termo neo soul foi cunhado pelo produtor de marketing e executivo de gravadora Kedar Massenburg para descrever uma mistura musical de vocais e instrumental no estilo do soul dos anos 70 com o som R&B contemporâneo, batidas hip hop e interlúdios poéticos. O estilo foi desenvolvido entre o início e meados dos anos 90. Um elemento-chave no neo soul é uma dose pesada de Fender Rhodes ou Wurlitzer amortecidos sobre um suave, embalada interação entre a bateria (geralmente com um som de aro de caixa batido) e um baixo abafado e profundamente funky. O som do piano Fender Rhodes dá à música um caráter quente e orgânico.

 New Jack Swing e nu soul

 Apesar de se dizer que surgiram em meados dos anos 90, os elementos do "nu soul", uma mistura dos vocais R&B com a batida do hip hop e raps, apareceu inicialmente em fins dos anos 80 com artistas como Keith Sweat, Alexander O'Neal e The Force M.D.s. Durante o início dos anos 90, En Vogue e a britânica Lisa Stansfield continuaram a aproximar o que era chamado New Jack Swing do neo soul, que eram gêneros diferentes na época em que Michael Jackson (com o disco Dangerous), D'Angelo, Mary J. Blige, Lauryn Hill, Janet Jackson e Alicia Keys começaram a popularizar o som. Outros artistas e grupos: G.A.T., Jill Scott, LeVert, Jaguar Wright, Erykah Badu, Adriana Evans e outros.

Quiet Storm 

 Normalmente considera-se que surgiu com Smokey Robinson em "Quiet Storm", o gênero do mesmo nome é suave e relaxante, com artistas como Anita Baker, Luther Vandross, Stevie Wonder, Mariah Carey, Whitney Houston e Sade Adu. Nu-jazz e soulful eletrônica Muitos artistas em vários gêneros de música eletrônica (como house music, drum and bass, UK garage e downtempo) são fortemente influenciados pelo soul, e tem produzido muitas composições inspiradas no soul.


 Referência: http://pt.wikipedia.org/wiki/Soul

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Foi Você

Acaba de sair do forno meu novo trabalho independente. Depois de 9 anos, ufa, uma gestação, criei coragem de enfrentar meus medos e mostrar ao mundo meu trabalho solo, sem parcerias e independente. Espero que gostem, essa é só a primeira, e se D´us quiser, teremos mais novos singles em breve.

    Foi você

                                            
                                             Uma dessas histórias sobre o amor.





        


Foi Você

Foi você, que me deu
Tanto prazer, de viver
Foi você, que amei
Mais do que a mim
E me esquecer
Que solidão, eu sinto hoje aqui
Te querendo, pensando em reconquistar você
Preciso entender, outra vez
O porque, de tanta dor

Refrão
Tchururururu baby
Tchururururu te amo baby
Mas não dá / á á á á á á 2x
Não dá / á á á á á á á

Hoje eu sei , que te amei
Ate demais, quase pirei de vez
Eu vou viver, me renovar, me refazer
Vou melhorar, me transformar e renascer
Então você vai ver, de uma vez
Tudo que fiz, era por amor

(Refrão)

Por você, me anulei e adoeci
Não quis entender
Você perdeu e agora diz que como eu
Não há ninguém que o meu olhar te mostra o céu
A resposta é não
O papo acaba aqui
Tudo isso você mesma provocou


Baixe a música grátis aqui: http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/fredywander

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O DNA pode ser influenciado e reprogramado através de palavras e frequências

O DNA humano é uma Internet biológica e superior em muitos aspectos à uma artificial. A mais recente pesquisa científica russa direta ou indiretamente, explica fenômenos como a intuição, clarividência, atos espontâneos e remotos de cura, auto cura, técnicas de afirmação, luzes / auras incomuns em torno das pessoas (mestres espirituais), influência da mente sobre os padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina em que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM remover e substituir um único gene. Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para a construção de proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados "DNA lixo". Os pesquisadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não seja burra, juntaram-se a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de "DNA lixo". Seus achados, resultados e conclusões são simplesmente revolucionários! Segundo eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os linguistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, seguem as mesmas regras que todos os nossos idiomas humanos. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm um jogo de regras como nossas línguas. Então, os idiomas humanos não apareceram por acaso, mas são um reflexo do nosso DNA inerente. O biofísico russo e biologista molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. [Por razões de brevidade vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: ".. Cromossomos vivos funcionam como computadores solitonicos / holográficos que utilizam a radiação laser endógena do DNA". Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular a freqüência certa de padrões em um raio laser e, com ela influenciar a frequência do DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isso, também, foi provado experimentalmente! Substâncias de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirão aos raios laser modulados de linguagem e até mesmo ondas de rádio, se as frequências apropriadas estiverem sendo usadas. Isto explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e a vontade podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples do DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalharam em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através do rádio modulado adequado e frequências de luz e assim reparar defeitos genéticos. O grupo de pesquisa Garjajev conseguiu provar que com este método cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles até capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples ao DNA. Isto representa uma inacreditável revolução e sensacional transformação mundial! Tudo isto simplesmente pela aplicação da vibração e da linguagem em vez de o procedimento de cortar fora arcaico! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior sobre a formação de organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas. Os professores esotéricos e espirituais tem sabido por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso já foi cientificamente provado e explicado. Claro que a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e de maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta. Mas quanto mais desenvolvida for a consciência de um indivíduo, menos necessidade há para qualquer tipo de dispositivo! Pode-se alcançar estes resultados por si mesmo, e a ciência vai finalmente parar de rir de tais idéias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí. Os cientistas russos também descobriram que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estas são as conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através do qual as informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e passa-os para a nossa consciência. Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem uma hipercomunicação bem-sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil. Na natureza, hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado da vida nos estados de insetos prova isto dramaticamente. O homem moderno sabe disto somente em um nível muito mais sutil como "intuição". Mas nós, também podemos recuperar o pleno uso do mesmo. Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha está morta, no entanto, todo o trabalho na colônia pára. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os "planos de construção", também de longe através da consciência de grupo de seus assuntos. Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, contanto que ela esteja viva. No homem a hipercomunicação é encontrada com mais freqüência quando alguém subitamente ganha acesso à informação que está fora da base de seu conhecimento. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou uma noite que um demônio sentou em sua cama tocando o violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, ele a chamou Sonata Trill do Diabo. Durante anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou com uma situação em que ele estava ligado a um tipo de CD-ROM de conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis ​​foi então transmitido a ele para que fosse capaz de lembrar pela manhã. Havia um tal fluxo de informação que parecia uma enciclopédia inteira sendo transmitida à noite. A maioria dos fatos eram fora de sua base de conhecimento pessoal e alcançou detalhes técnicos sobre o qual ele não sabia absolutamente nada. Quando a hipercomunicação ocorre, pode-se observar no DNA, assim como no ser humano fenómenos especiais.

Cientistas russos irradiaram amostras de DNA com luz a laser. Na tela um padrão de onda típica foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda manteve-se a partir da amostra removida, cujo campo de energia, aparentemente, manteve-se por si só. Este efeito é agora chamado efeito de DNA fantasma. Supõe-se que a energia de fora do espaço e tempo ainda flui através dos buracos ativados após o DNA ser removido. O efeito colateral mais freqüentemente encontrado em hipercomunicação também em seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis ​​na proximidade das pessoas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ficar irritados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético lentamente dissipa, os dispositivos funcionam normalmente. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor a atmosfera e a energia, o mais frustrante é que o aparelho de gravação pare de funcionar e registrar exatamente naquele momento. E repetir ligar e desligar após a sessão não restaura ainda a função, mas na manhã seguinte tudo volta ao normal. Talvez isso seja reconfortante ler, para muitos, já que não tem nada a ver com eles serem tecnicamente ineptos, isso significa que eles são bons em hipercomunicação. Em seu livro "Vernetzte Intelligenz" (Rede de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que, em tempos anteriores a humanidade tinha sido, como os animais, muito fortemente ligada à consciência de grupo e agia como um grupo. Para desenvolver e experimentar a individualidade nós, seres humanos, porém, tivemos de esquecer a hipercomunicação quase completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis ​​em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, ou seja, uma, em que alcançamos o acesso a todas as informações através do nosso DNA, sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com essa informação. Sabemos agora que assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode buscar os dados da rede e pode estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou "sensoriamento remoto" sobre o estado de parentes, etc, podem assim ser explicados. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isso pode ser interpretado recentemente e explicado por meio dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, seria revertido para um instinto de rebanho primitivo que é facilmente manipulado. Hipercomunicação no novo milênio significa algo muito diferente: Os pesquisadores acreditam que se os humanos com plena individualidade recuperarem a consciência de grupo, eles teriam um poder divino, como para criar, alterar e formar coisas na Terra! E a humanidade está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que a forem à escola. O sistema trata a todos globalmente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que eles se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias dos modos mais diversos. Ao mesmo tempo, mais e mais crianças clarividentes nascem [veja o livro "Crianças Índigo da China", de Paul Dong ou o capítulo sobre Índigos em meu livro "Nutze die taeglichen Wunder" (Faça Uso das Maravilhas Diárias)]. Algo nestas crianças está se voltando mais e mais para a consciência de grupo, e ela deixará de ser reprimida. Como regra, o clima por exemplo, é mais difícil de influenciar por um único indivíduo. Mas ele pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O tempo é fortemente influenciado pelas freqüências de ressonância da Terra, as assim chamadas freqüências Schumann. Mas essas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento ou indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo) concentram os seus pensamentos de forma semelhante ao do laser, então é cientificamente falando não de todo surpreendente, se puderem, assim, influenciar o clima. Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria de civilizações Tipo I. Uma humanidade que desenvolvesse uma consciência de grupo de novo tipo não teria nem problemas ambientais nem escassez de energia. Se fosse para usar seu poder mental como uma civilização unida, teria controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isso inclui todas as catástrofes naturais! A civilização teórica Tipo II seria mesmo capaz de controlar todas as energias de sua galáxia de origem. No meu livro "Nutze die taeglichen Wunder", eu descrevi um exemplo disto: Sempre que muitas pessoas centram a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como no Natal, campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Diana na Inglaterra então um determinado gerador de números aleatórios em computadores começam a entregar os números ordenados ao invés dos aleatórios. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em seus arredores inteiros! [Http://noosphere.princeton.edu/fristwall2.html]. Quando um número grande de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. Parece que aqui, também, uma espécie de consciência humanitária de toda a humanidade é criada. Na Parada do Amor, por exemplo, onde todos os anos cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais, como eles ocorrem, por exemplo, em eventos esportivos. O nome do evento por si só não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas era MUITO GRANDE para permitir uma inclinação para a violência.. Para voltar ao DNA: Aparentemente, é também um supercondutor orgânico que pode funcionar na temperatura do corpo normal. Supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente baixas entre 200 e 140°C para funcionar. Como aprendido recentemente, todos os supercondutores são capazes de armazenar luz e assim informação. Esta é uma explicação de como o DNA pode armazenar informação. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos. Normalmente, esses buracos de minhoca super pequenos são altamente instáveis ​​e são mantidos somente por frações mínimas de segundo. Sob certas condições (leia sobre isso no livro Fosar / Bludorf acima) buracos de minhoca estáveis ​​podem se organizar, formando então domínios distintos do vácuo em que por exemplo a gravidade pode se transformar em eletricidade. Os domínios do vácuo são bolas auto-radiantes de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis ​​de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os russos começaram os programas maciços de pesquisa levando finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu. O olhar atento a eles em perguntar e perguntar a si mesmos, o que poderia ser. Eu pensei uma vez: "Olá, lá em cima. Se acontecer de você ser um OVNI, voe em um triângulo." E de repente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Ou elas atiravam-se pelo céu como discos de hóquei no gelo. Eles aceleraram de zero a velocidades loucas enquanto deslizavam suavemente pelo céu. Também pensei que eles fossem UFOs. Amigáveis, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar. Agora os russos encontraram nas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente, onde às vezes voam como bolas de luz de baixo para cima no céu, que estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento. Uma vez que descobriu que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência como são também produzidas em nossos cérebros. E por causa dessa semelhança das ondas que elas são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Para executar animadamente em uma que está ao nível do solo pode não ser uma idéia tão boa, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e são capazes de mutar nossos genes. Eles podem, eles não precisam necessariamente, alguém pode dizer. Pois muitos professores espirituais produzem também tais bolas visíveis ou colunas de luz em meditação profunda ou durante o trabalho de energia que provocam sentimentos decididamente agradáveis ​​e não causam qualquer dano. Aparentemente, isto também é dependente de alguma ordem interior e da qualidade e a proveniência do domínio de vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo) com quem nada é visto no início, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto eles se sentam e falam ou meditam em hipercomunicação, obtém-se apenas uma imagem de uma nuvem branca sobre uma cadeira. Em alguns projetos de cura da Terra tais efeitos de luz também aparecem nas fotografias. Resumindo, estes fenômenos têm a ver com a gravidade e as forças anti-gravidade que estão também exatamente descritas no livro e com buracos cada vez mais estáveis ​​e hipercomunicação e, portanto, com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço. As gerações anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e domínios de vácuo visíveis estavam convencidos de que um anjo tinha aparecido diante delas. E nós não podemos estar muito certos de que formas de consciência podemos ter acesso ao usar hipercomunicação. Não ter provas científicas para a sua existência real (as pessoas que tiveram tais experiências nem todas sofrem de alucinações) não significa que não haja fundo metafísico para isso. Nós temos simplesmente dado outro passo gigante rumo à compreensão de nossa realidade. A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação de domínios do vácuo), mas somente aqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três e quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, sul de Roma (local exato no livro "Vernetzte Intelligenz" mais vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas a ônibus lotados, rolam para cima. Mas o trecho em Rocca di Papa é bastante curto, e os céticos lógicos ainda desafiam a fugir para a teoria da ilusão de ótica (que não pode ser devido a várias características do local).


Fonte: http://www.neusarochateles9.blogspot.com.br/2012/10/dna-pode-ser-reprogramado-por-palavras.html


 Todas as informações são do livro "Vernetzte Intelligenz" von Grazyna Fosar und Franz Bludorf, ISBN 3930243237, resumidos e comentados por Baerbel. O livro é, infelizmente, disponível apenas em alemão até agora. Você pode conferir a versão original deste artigo aqui:

http://www.soulsofdistortion.nl/dna1.html