Pages

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Os Trinta e Seis Ocultos






BY BILLY PHILLIPS

Os Kabalistas nos dizem que ao longo da história, em cada geração, sempre há 36 almas ocultas de Justos que são o alicerce do mundo. Em razão de sua existência, estes grandes e ocultos 36 sábios Kabalistas sustentam o nosso mundo físico. E adivinhe? A física moderna nos diz que há 36 quarks ocultos que sustentam nosso mundo físico. Agora preste atenção neste próximo ponto: os físicos nunca viram um quark. Eles estão escondidos. Completamente. Como Timothy Paul Smith, um professor de física, explica em seu livro “Hidden Worlds”, “Ninguém jamais viu um quark.” No entanto, o quark é o alicerce da nossa realidade. De acordo com o físico e Prêmio Nobel Jerome I. Friedman, o quark é o elemento mais básico de construção da natureza.



Ciência e Kabbalah descrevem exatamente a mesma coisa.

O físico Michio Kaku disse: “Por que temos 36 quarks? Esse é um dos grandes mistérios do modelo padrão da física de partículas.”

O fato é que esses 36 quarks ocultos que a ciência descobriu são simplesmente a essência espiritual e a consciência das 36 almas justas ocultas das quais a Kabbalah fala. Não há partículas subatômicas reais que existam em termos materiais. De acordo com a Kabbalah, há apenas forças ou partículas de consciência. A Ciência simplesmente encontrou as 36 almas justas ocultas. Exceto que a ciência usa uma linguagem diferente da Kabbalah, e então os físicos escolheram chamá-los de quarks ao invés de Quabbalistas ou Kabalistas.

A língua humana entrou em um estado de confusão após o incidente da torre de Babel e é por isso que falhamos em conseguir unificar ciência e espiritualidade. A isto também se deve o fato do Cristianismo aparentar ser diferente da Kabbalah quando, de fato, eles são idênticos. Os cristãos referem-se as Dez Sefirot como a cruz e Gólgota. Eles não fazem ideia de que Gólgota, a Santíssima Trindade e o Filho de Deus são apenas termos distintos para os vários aspectos das Dez Sefirot .

Na verdade, a Kabbalah, a Ciência e o Cristianismo estão todos descrevendo uma realidade singular e estruturada.

O problema é que os físicos estão aficionados à fisicalidade (também chamada de ‘A síndrome Bezerro de Ouro’) e, portanto, não têm nenhum indício de que a consciência é o material e a substância do mundo quântico microscópico. Então, ao invés de chamarem a consciência da Luz de Desejo de Compartilhar, os físicos chamam-na de Próton. Em vez de chamar a consciência do recipiente de Desejo de Receber, eles chamam-na de Elétron. Ao invés de chamarem as almas justas ocultas, que são o fundamento do nosso mundo, de os grandes sábios Kabalistas, eles chamam-nos de quarks.

Tanto a ciência quanto a Kabbalah estão descrevendo a mesma realidade, mas por usarem uma linguagem diferente, criam confusão, conflito e separação por toda a humanidade.

Os físicos têm a obrigação de, finalmente, renunciarem a sua visão limitada da realidade e perceberem que a consciência é a raiz de toda a realidade. Por que isso é tão importante? Porque a humanidade provavelmente nunca compreenderá a importância de transformar a nossa consciência de auto-interesse até obter o “selo de aprovação” da ciência.

A Ciência gosta de culpar a religião pela maioria das guerras e derramamento de sangue na história. E é verdade. Mais sangue foi derramado em nome da religião do que qualquer outra causa. Porém, foi a ciência desenvolveu todas as armas de destruição em massa que a religião tem usado para travar uma guerra contra as outras religiões e outras nações. Assim, a ciência também é a principal culpada por toda a destruição causada pela guerra. Se não houvesse armas inventadas pela ciência, nem bombas ou armas nucleares, a aniquilação total do nosso mundo não seria possível.

Não se engane, a ciência atrasa a redenção do mundo porque ela se recusa a se desapegar do ego (consciência negativa) e a enxergar que a própria consciência é a única realidade. É irônico que a sua própria consciência egocêntrica limitada impeça-os de perceber a verdade que a própria consciência está dando origem a toda a existência.

OK, há alguns físicos que só agora estão reconhecendo o papel supremo que a consciência desempenha em nossa realidade. Mas esses poucos físicos ainda não perceberam o cenário completo. Qual é o cenário completo? Há duas forças de consciência em nossa realidade. Há a consciência negativa e a consciência positiva. Eles não sabem que o ego (consciência negativa) foi pré-programado para duvidar e desacreditar da própria verdade que a consciência e a mente são a essência de toda a matéria. O ego está programado para duvidar da existência do Criador. O ego também corrompe a verdade sobre o Criador e fabrica superstições e falsidades para que as pessoas fiquem desorientadas quanto à verdadeira natureza da Luz do Criador. A razão para isto é explicada com riqueza de detalhes em outros artigos.

É por isso que precisamos da Kabbalah. Apenas a Kabbalah fornece a tecnologia que remove toda a dúvida que domina a nossa mente racional, para que assim um físico – e toda a humanidade – possam finalmente perceber a verdade, em vez de duvidá-la, ou não querer enxergá-la, ou de simplesmente corrompê-la.

Ref: http://linkis.com/estudantesdekabbalah.com/hyfIVTM

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Mestre El Moria Kan



QUEM É O MESTRE EL MORYA?

O Mestre Ascenso El Morya Khan, detém os cargos de Chohan do 1º raio da Vontade Divina, e chefe do conselho de Darjeeling da Grande Fraternidade Branca.

Chohan é uma palavra tibetana que significa "Senhor", "Mestre" ou "Chefe".

Os 7 raios que descem do coração de Deus, diretamente para a humanidade, são cada um deles, dirigidos por um dos 7 Chohans, escolhidos por Deus para representar cada raio. A Eles, cabe a função de focalizar a consciência Crística (da perfeição) do respectivo raio.

Através dos ensinamentos do Mestre Morya, conseguimos atingir as qualidades de liderança, com o uso apropriado do poder e da palavra, e a rendição final à divina vontade de Deus.

El Morya nos ensina a atingir a perfeição dos nossos atos e palavras. Seguindo seus ensinamentos, estamos sempre sob a proteção dos anjos do 1º raio, encontramos a Fé em Deus e a direção divina para tudo.

Aprendemos a obedecer os mandamentos de Deus e a Amar a Deus e sua lei acima de tudo. Ampliamos nosso Poder divino, nossa Coragem, nossa Luz e energia.

Ele pode ajudar a todos os sinceros estudantes, que desejam manifestar estas virtudes, a governar o chakra da garganta para servir e manifestar esta maravilhosa luz da vontade divina.

O estudante que deseja realmente seguir os ensinamentos dos Mestres Ascensos, seja em que raio for, deve começar por escrever uma carta para o Chohan do primeiro raio.

O ensinamento mais importante de El Morya, concerne à Vontade de Deus; o plano divino que Deus tem para cada um de nós. Ele ensina a seus alunos, que ao buscarmos o alinhamento com a Vontade de Deus, gradualmente reunir-nos-emos ao nosso Eu Superior.

O plano divino é a nossa missão e razão de vida e precisa ser manifestado/ concluído, para que possamos ascender na luz e cessar a roda viva de encarnações. Para que possamos ascensionar, não basta servir a vida e queimar carma, ou invocar a chama violeta, além disto, precisamos manifestar o plano que Deus tem para nós e que antes de encarnar, nós nos comprometemos a concluir.

El Morya foi o patrocinador direto das escolas de mistério: a Sociedade Teosófica, a Agny Yoga, a Ponte para a Liberdade e a Summit Lighthouse.

Em 1851, El Morya contatou Helena Petrovna Blavatsky. Ele vivia sua ultima encarnação na Terra, e era o mais conhecido dos mahatmas tibetanos, um príncipe Rajput na classe de guerreiros e governantes da Índia, muito respeitado por sua coragem e honra. O mahatma Morya era, nas palavras de Blavatsky - “um gigante, de quase dois metros de altura, e de um porte magnífico; um tipo esplêndido de beleza masculina”.

Sua luta em levar as antigas verdades espirituais do Oriente para as tradições do Ocidente, é o que faz de El Morya, um ser tão notável. A missão de El Morya, na criação e patrocínio da Sociedade Teosófica, era preparar o mundo para a vinda de um grande professor espiritual, esperado no último quarto do século 20, ou seja, entre 1975 e 2000.

Helena Blavatsky e o coronel Henry Steel Olcott fundaram a Sociedade Teosófica, sob a direção de El Morya, em 07 de setembro de 1875, na cidade de Nova Iorque. E em 1879, transferiram a sede para Bombaim, na Índia e em 1882, para Adyar, Madras (atualmente Chennai), no sul da Índia, onde permanece até hoje. Esta escola só veio para o Brasil em 1910.

A Sociedade Teosófica recebeu muitos ensinamentos do Mestre Morya e de seu bom amigo, o Mestre Koot Hoomi Lal Singh (hoje, Mestre Ascenso Kuthumi), enviadas por meio de cartas conhecidas como as "cartas dos Mahatmas". Estas cartas encontram-se atualmente em um museu em Londres.

Não se sabe por certo a data do seu nascimento, mas sua ascensão foi em 1898 e a comemoração de sua ascensão, ocorre todo dia 4 de abril. A nota-chave musical do Mestre Morya, é "Pompas e Circunstância" e o seu retiro no plano etéreo está localizado sobre Darjeeling, na Índia.

Em 1887, durante uma conversa com o escritor Charles Johnston (marido de Vera, sobrinha de Blavatsky), quando ele perguntou sobre a idade do Mestre Morya, Blavatsky respondeu:

“Meu querido, não posso dizer exatamente, porque não sei. Mas conto-lhe o seguinte. Eu encontrei Morya pela primeira vez quando tinha vinte anos. Ele era um homem no auge de sua força, na época. Agora, sou uma mulher velha, mas ele não parece nem um dia mais velho. Ele ainda está no auge da sua força. Isto é tudo o que posso dizer. Tire suas próprias conclusões”.

Quando o sr. Johnston insistiu e perguntou se os mahatmas haviam descoberto o elixir da vida, ela respondeu seriamente:

“Isso não é um mito. É apenas o véu que esconde um processo oculto real, o afastamento da velhice e da dissolução durante períodos que pareceriam fabulosos. O segredo é o seguinte: para todo ser humano há um climatério, quando ele deve se aproximar da morte. Se ele desperdiçou as suas forças vitais, não há escapatória, mas se ele viveu de acordo com a lei, pode atravessar esse período e assim continuar no mesmo corpo quase indefinidamente”.

Entre os anos de 1920 e 1930, agora na qualidade de Mestre Ascenso, El Morya patrocinou a fundação Agny Yoga, com Nicholas e Helena Roerich, que apresentaram os seus escritos em diversas obras publicadas.

A Agny Yoga é hoje um exemplo a ser seguido, onde todos os textos de suas obras estão disponíveis gratuitamente na Internet. Confira no endereço www.agniyoga.org.

Em 1944, El Morya e o Mestre Ascenso Maha Chohan, começaram a trabalhar com Geraldine Innocente. Muitos afirmam que Geraldine é a chama gêmea de El Morya, a mestra ascensa Miriam. Elizabeth Clare Prophet, porém, contradiz esta informação e conta que a chama gêmea de El Morya ainda não está ascensa.

Em 1952, Geraldine Innocente e Frances Ekey separaram-se do Movimento EU SOU e fundam a Ponte para a Liberdade, também sob o patrocínio do Mestre Morya.

Em 1958, Morya chamou Mark L. Prophet, (atualmente Mestre Ascenso Lanello), para fundar a Summit Lighthouse e divulgar os Ensinamentos dos mestres ascensos através das "Perolas de Sabedoria".

Em 1961, El Morya contatou Elizabeth Clare Wulf e a enviou para conhecer Mark Prophet; os dois se reconheceram imediatamente como chamas gêmeas, e então, Mark, Morya, Saint Germain e Maria Santíssima, treinaram Elizabeth Clare Prophet, já como esposa de Mark, para ser a Mensageira da Grande Fraternidade Branca, na escola Summit Lighthouse.

Dentre as muitas obras ditadas pelos mestres aos mensageiros Mark e Elizabeth Prophet, destacam-se os ensinamentos de El Morya nos livros: "O Chela e a Senda", "O Poder da Palavra Falada", "Ashram Notes", "The Great Adventure" e muitas "Perolas de Sabedoria" com ditados do Mestre Morya.

A sua devoção extraordinária à palavra e às obras de Deus assemelham-se a uma corrente forte que flui por todas as encarnações da sua alma na Terra, por ele sempre ter sido um fiel defensor, como advogado, mestre, e uma figura exemplar diante dos nossos espíritos, elevando-se sempre em direção ao Amor divino.

Em suas encarnações mais importantes, El Morya atuou sempre mostrando sua fidelidade à Vontade de Divina.

Ele foi Abraão, o Senhor da Era de Áries, e viveu cerca de 175 anos. Ele trouxe para a humanidade o raio azul do poder divino. Abraão foi o progenitor das doze tribos de Israel. Cada um dos filhos de Deus encarnados na Terra, pertencem a uma destas doze tribos de Israel, descendendo portanto, diretamente da linhagem de Abraão.

O nome Abraão significa - "Pai ou Líder de Muitos".

Morya foi Melquior, um dos três reis magos a recepcionar a vinda da manifestação do Cristo em Jesus.

Ele foi o rei Artur da Inglaterra, onde convocou a corte de Camelot para buscar o Santo Graal, e alcançar, através da iniciação, os mistérios interiores do Cristo. Historiadores contam que Artur teria vencido 12 batalhas contra os saxões, sendo a mais gloriosa, a de Badon Hill.

Durante séculos, a história de Artur e os cavaleiros da Távola Redonda, foi contata por toda a Europa, e ainda nos dias de hoje, pelo mundo a fora, levando a mensagem da união em busca da verdade.

El Morya foi Thomas Becket e também Thomas More, onde defendeu a Fé e a Verdade, discordando do Rei Henrique II e VIII, nestas duas encarnações.

Vale explicar aqui, que estas duas encarnações de Henrique, eram a alma de Pedro, o apóstolo de Jesus, que nestas duas vidas como rei da Inglaterra, mandou cortar a cabeça de El Morya, pois Morya não apoiava o seu abuso de poder.

Thomas Becket foi escolhido por Henrique II da Inglaterra, para ser o conselheiro real, uma posição que manteve durante sete anos, como íntimo e leal servidor do rei. Henrique recompensou Becket fazendo-o arcebispo de Cantuária. Becket, vivia uma vida de simplicidade e pobreza e, apesar de ter ajudado Henrique a diminuir o poder dos bispos, passou a defender ativamente os direitos da Igreja. Seguiram-se então, violentas questões com Henrique e um longo período de exílio. Depois de se reconciliarem, entraram em conflito novamente, até que Henrique perguntou se não haveria ninguém capaz de livra-lo "daquele padre turbulento".

Foi então, que quatro cavaleiros ouviram-no e mataram Becket nos degraus do altar de Cantuária. Becket foi canonizado em 1173 e a catedral tornou-se um local de grande peregrinação.

Thomas More nasceu em Londres. Ele entrou para a corte de Henrique VIII em 1520, e tornou-se cavaleiro em 1521. Fez carreira como advogado; como acadêmico, ele foi inicialmente um humanista no sentido consensual do termo. A sua chancelaria distinguiu-se por não admitir a heresia. More, foi um defensor da Verdade.

Henrique VIII, queria divorciar-se e anular seu casamento, mas o Arcebispo de York não conseguiu a aprovação da Igreja e foi forçado por Henrique a demitir-se em 1529. Thomas More, foi então nomeado chanceler em sua substituição.

More era um grande estudioso do direito canônico e sendo ele profundamente religioso, não podia aprovar a anulação do sacramento de Henrique; a posição do Papa Clemente VII era claramente contra o divórcio. Henrique até então desconhecia este fato, mas ao descobrir que não teria o apoio de More, colocou-se a si mesmo na liderança da Igreja na Inglaterra.

O Parlamento promulgou então, o Decreto da Sucessão, que incluía um juramento reconhecendo a legitimidade de qualquer criança nascida do casamento de Henrique VIII com Ana Bolena, e repudiando "qualquer autoridade estrangeira, príncipe ou potentado".

More foi chamado a fazer o juramento em Abril de 1535, e perante sua recusa, foi aprisionado na Torre de Londres. A sua reação foi a de manter o silêncio no assunto, o que pela lei poderia ser considerado o consentimento, sem que ele se comprometesse. Esta estratégia falhou no entanto, e More foi julgado, condenado e sentenciado, e posteriormente executado em Tower Hill a 6 de Julho. Sua cabeça foi exposta na ponte de Londres por um mês e depois recuperada (após pagamento de suborno) pela sua filha, Margaret Roper, (uma das encarnações de Elizabeth Clare Prophet).

More foi canonizado como santo da Igreja Católica em 1935. O seu dia festivo é 22 de Junho.

No século 16, El Morya nasceu no Oriente, como o maior dos imperadores mongol, o grande Akbar. Jalal-ud-Din Mohammed Akbar, o Grande. Nasceu em 15 de junho de 1542 em Agra, e faleceu em 13 de outubro de 1605.

Akbar foi o maior dos imperadores mongóis da Índia, entre 1556 a 1605, e Imperador do Industão. Dedicou sua vida à busca da Verdade. Ele foi descrito pelos historiadores como sendo um perfeito rei filósofo. Este grande amigo do povo comum, surgiu para eles como um Pai. Na Índia, ele foi conhecido como o Pai da tolerância religiosa, ao contrário de seus antecessores e dos costumes da época, por que ele permitiu ao seu povo, o livre arbítrio religioso. Akbar, levou seu povo a um elevado nível espiritual.

Akbar foi o avô do imperador Shah Jaham (uma das encarnações do mestre Kuthumi), construtor do Taj Mahal.

Suas muitas vidas na Terra, são um exemplo a ser seguido. El Morya Khan, foi a vontade de Deus manifestada em toda e qualquer situação

Ref: http://www.grandefraternidadebranca.com.br