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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Ectoplasma



Por Ana Lucia Santana
Extraído do site INFOESCOLA

ectoplasma, segundo a Parapsicologia e a Doutrina Espírita, é um tipo de vapor de tonalidade branca que emana do suposto médium, normalmente através da boca, mas também por meio de qualquer outra parte do organismo, utilizado comumente em sessões de materialização, ou seja, para a constituição de corpos materiais diferentes daqueles de onde o fluido jorra.

Ele é igualmente um ingrediente fundamental no processo de ectocoloplasmia, a produção de frações ou pedaços do utensílio ou da entidade materializada – mãos, faces, bustos, entre outros. A existência deste fluido psicossomático, externado do organismo de pessoas com dons mediúnicos, ainda não foi cientificamente comprovada.

Esta substância tem o aspecto de um fluido, corpo etéreo luminoso que se manifesta no exterior do ser, transparente e tênue, o qual somente se manifesta a partir de psíquicos dotados da mediunidade de efeitos físicos. O ectoplasma é suscetível a alguns impulsos externos, os quais são intencionalmente desencadeados durante as sessões de materialização, quando os Espíritos podem assumir formas concretas e palpáveis diante dos assistentes.

A expressão foi elaborada pelo pesquisador Charles Richet, Nobel de Medicina em 1913 por ter desenvolvido uma obra referente ao mecanismo das anafilaxias. Logo depois ele começou a se dedicar à compreensão dos fenômenos de materialização desencadeados por Eva Carriére, médium de efeitos físicos, em 1903, na cidade de Argel, capital da Argélia.

Gustave Geley, criador do Instituto Metapsíquico Internacional de Paris, realizou algumas experiências em sessões presenciadas por outros estudiosos; ao longo dos trabalhos, conforme afirma o pesquisador, diversas entidades espirituais ou operadores, como ele preferia denominá-los, atuavam sobre a estrutura cerebral do médium, desencadeando assim a irradiação do ectoplasma não visível, o qual se somava até compor a quantidade necessária para a eclosão dos eventos de materialização e de levitação.

O fenômeno só não teve validade científica porque seu condutor não se valeu de um método consistente nestes eventos produzidos no final do século XIX e em princípios do século XX; a falta de um sistema teórico-experimental permitiu, infelizmente, a manipulação de exploradores da boa-fé, os quais foram depois flagrados em seus expedientes ilícitos.

Durante as sessões de materialização o corpo permanece em repouso enquanto os seres espirituais emanam o ectoplasma, sob a forma de uma consistência gelatinosa e parcialmente líquida, por intermédio dos orifícios corporais, particularmente irradiada do tórax e das pontas dos dedos.

O ectoplasma está intimamente ligado á mente do médium, daí a necessidade dele purificar seus pensamentos, manter seu corpo livre de toxinas, seja das produzidas pelas carnes vermelhas, seja as que emanam do álcool. Qualquer ideia menos elevada compromete as vibrações e colocam em risco este fluido, comprometendo inclusive a vida do médium. Seu odor é peculiar, difícil de ser caracterizado, e normalmente se deposita na parte de baixo do corpo do médium, uma substância pulsante e ativa.



Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ectoplasma_(parapsicologia)
http://www.osemeador.org.br/dicionario.php
http://www.guia.heu.nom.br/fluidos.htm
http://www.guia.heu.nom.br/ectoplasma.htm

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Transcendência




Transcendência (do latim transcēndo, is, di, sum, ĕre: 'passar subindo, atravessar, ultrapassar, transpor') é um termo que, em filosofia, pode conduzir a três diferentes - embora relacionados - significados, todos eles originários da raiz latina que significa 'ascender' ou 'indo além', sendo um significado oriundo da filosofia antiga; outro, da filosofia medieval, e o último, ligado à filosofia moderna.



Definição original

O primeiro significado de 'transcendência' (ver também imanência), foi usado primeiramente para se referir à relação de Deus com o mundo e é de particular importância na teologia. Neste caso, transcendente significa que Deus está completamente além dos limites cosmológicos, em contraste com a noção de que Deus é uma manifestação do mundo. Este significado se origina da visão aristotélica de Deus como princípio criador, uma autoconsciência que é externa ao mundo, e no conceito judaico-cristão de Deus como um ser externo ao mundo e que criou o mundo a partir do nada (creatio ex nihilo). Em contraposição a essa ideia, as filosofias de imanência, tais como estoicismo, o espinosismo ou o panteísmo, defendem que Deus é uma manifestação e está totalmente presente no mundo e nas coisas que cercam ao mundo.

Enfoque medieval

O segundo significado, que vem da filosofia medieval, defende que transcendental se encaixa nas categorias de Aristóteles que foram usadas para organizar conceitualmente o conceito de realidade. Os exemplos básicos de transcendental estão presentes (insígnia) nas características designadas transcendentais de unidade, verdade, e bondade.

"Transcendência" na filosofia moderna

Ver artigo principal: Idealismo transcendental

Na filosofia moderna e atual, Kant deu, a transcendental, um novo significado em sua teoria do conhecimento, preocupado com as possibilidades condicionais do próprio conhecimento. Para ele, "transcendental" significa conhecimento sobre a nossa faculdade cognitiva com respeito a como os objetos são possíveis a priori. Isto é, algo é transcendental se tem um papel no modo como a mente "constitui" os objetos e faz possível, a nós, experimentá-los como objetos em primeiro lugar. Normalmente, conhecimento é o saber sobre um objeto; conhecimento transcendental é o saber sobre como é possível, para nós, experimentarmos estes objetos como objetos. Isto se baseia no conceito de Kant sobre o argumento de David Hume de que certas características do objeto (tais como a persistência, relações causais) não podem derivar da impressão que temos deles. Kant argumenta que a mente deve contribuir para estas características e tornar possível, para nós, experimentarmos os objetos como objetos. Na parte central da sua Crítica da Razão Pura, a "Dedução Transcendental das Categorias", Kant argumenta que há uma profunda interconexão entre a habilidade de estar autoconsciente e a habilidade de experimentar o mundo de objetos. Embora, no processo de síntese, a mente gere ambos: a estrutura dos objetos e a sua própria unidade. Para Kant, a "transcendência", se opõem ao "transcendental", é o que jaz além da nossa capacidade de conhecimento legitimamente conhecido. A contra-argumentação de Hegel a Kant foi que, para conhecer a fronteira e estar consciente de que ela é a fronteira, nós já transcendemos a ela.

Em fenomenologia, o "transcendente" é aquilo que transcende a nossa própria consciência - aquilo que é objetivo, mais do que apenas fenômeno da consciência.


Transcendência/transcendente. Do latim transcendere, ultrapassar, superar.  A noção de transcendência opõe-se à de imanência, designando algo que pertence a outra natureza, que é exterior, que é de ordem superior. Nas concepções teístas, p. ex.: Deus é transcendente ao mundo criado. Ver teísmo. 2. Que está além do conhecimento, além da possibilidade da experiência, que é exterior ao mundo da experiência.


Transcendental. 1. Na escolástica, termo utilizado para designar categorias mais gerais que transcenderiam as categorias aristotélicas. Os transcendentais seriam assim o ser, o verdadeiro, o bem e o belo, caracterizando tudo aquilo que é, sendo no fundo aspectos da mesma coisa, o Ser.

2. Na filosofia kantiana, também caracterizada como filosofia transcendental, trata-se do ponto de vista que considera as condições de possibilidade de todo conhecimento. Nesse sentido, não deve ser confundido com o termo “transcendente”. “Chamo transcendental todo o conhecimento que, em geral, se ocupa menos dos objetos do que de nossos conceitos a priori dos objetos. Um sistema de conceitos desse tipo seria denominado filosofia transcendental... Não devemos denominar transcendental todo conhecimento a priori, mas apenas aquele pelo qual sabemos que e como certas representações (intuições e conceitos) são aplicadas ou possíveis simplesmente a priori (“transcendental” quer dizer possibilidade ou uso a priori do conhecimento)” (Kant, Crítica da Razão Pura). 

Caráter de tudo o que ultrapassa uma média. No sentido estritamente filosófico, a transcendência implica uma natureza absolutamente superior às outras, ou de uma ordem radicalmente diferente. É portanto mais particularmente Deus, com relação ao mundo e aos seres imanentes (o que exclui qualquer concepção panteísta). Em Kant é transcendente o que está além de qualquer experiência possível. Na fenomenologia e, depois, no existencialismo, o transcendente caracteriza o que visa a consciência, ou seja, aquilo em direção ao que ela tende ao mesmo tempo que daí permanece distante.


Ref:
(1) JAPIASSÚ, Hilton e MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 5.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

(2) DUROZOI, G. e ROUSSEL, A. Dicionário de Filosofia. Tradução de Marina Appenzeller. Campinas, SP: Papirus, 1993.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Transcend%C3%AAncia_(filosofia)

sábado, 19 de maio de 2018

Falta-me lágrimas pra chorar,





Falta-me lágrimas pra chorar, mas existe um oceano dentro de mim.
Falta-me lágrimas pra chorar, mas essa dor que ainda insiste em arder.
Falta-me lágrimas pra chorar, mas o amor é infinito.
Falta-me lágrimas pra chorar, mas tudo está implícito.
Falta-me lágrimas pra chorar, mas o infinito é finito.
Falta-me lágrimas pra chorar, e esse fogo que insiste em queimar.
Falta-me lágrimas pra chorar, nem sempre onde tem fumaça tem fogo.
Falta-me lágrimas pra chorar, é tudo premeditado.
Falta-me lágrimas pra chorar, os melhores tesouros.
Falta-me lágrimas pra chorar, diamantes e ouros.
Falta-me lágrimas pra chorar, engula o choro.
Falta-me lágrimas pra chorar, a rainha de gelo.
Falta-me lágrimas pra chorar, tenho muitas mãos e muitos olhos.
Falta-me lágrimas pra chorar, mas jogam como se não tivéssemos sentimentos.
Falta-me lágrimas pra chorar, onde está a emoção?
Falta-me lágrimas pra chorar, é muita promessa e muita provação.
Falta-me lágrimas pra chorar, um bom vinho e uma canção.
Falta-me lágrimas pra chorar, onde está o meu sorriso?
Falta-me lágrimas pra chorar, o dinheiro não compra o céu nem o inferno.
Falta-me lágrimas pra chorar, o inferno é aqui o céu também.
Falta-me lágrimas pra chorar, esperando o porvir.
Falta-me lágrimas pra chorar, clássicos do samba pra cantar e pra ouvir.
Falta-me lágrimas pra chorar, é barato, mas também é caro.
Falta-me lágrimas pra chorar, dias de sol, dias de chuva.
Falta-me lágrimas pra chorar, a terra tremeu.
Falta-me lágrimas pra chorar, o sol escureceu.
Falta-me lágrimas pra chorar, nuvens de algodão.
Falta-me lágrimas pra chorar, triste confusão.
Falta-me lágrimas pra chorar, amanheceu.
Falta-me lágrimas pra chorar, renovou.
Falta-me lágrimas pra chorar, viva.
Falta-me lágrimas pra chorar, sofra.
Falta-me lágrimas pra chorar, força.
Falta-me lágrimas pra chorar, você é um campeão, tenha fé.
Falta-me lágrimas pra chorar, de alegria ou de tristeza.
Falta-me lágrimas; Falta-me .
Falta-me lágrimas.
Lágrimas.
Pra chorar.
Pra.
Chorar.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A Tabela Montessori: tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade


Nesta postagem trago para vocês a Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade.

Como sempre acontece na educação, existem partidários fiéis e detratores da pedagogia de Maria Montessori. Muitos afirmam que a educação, como está estruturada hoje, não vê como viável a metodologia da famosa educadora italiana do século XIX e início do século XX. Para ela, a escola não é apenas um espaço para um professor transmitir conhecimentos de forma direta. Maria Montessori argumentou que a criança irá desenvolver suas próprias habilidades, de uma forma mais livre, a partir de materiais de ensino especializados.


As salas de aula teriam alunos de diferentes idades, onde as próprias crianças seriam livres para escolher o material com o qual querem trabalhar e expandir suas habilidades de forma mais independente. Eles próprios definiriam seus ritmos de aprendizagem de acordo com suas particularidades, envolvidos sempre em um contexto menos rígido, onde as lousas não seriam tão importantes e as crianças teriam a liberdade de movimento na sala de aula.

A perspectiva pedagógica de Maria Montessori teve um impacto global e renovou muitos métodos educativos realizados até então, a ponto de “chocar” os setores do ensino clássicos e mais conservadores.



Hoje, este método que enfatiza, acima de tudo, a liberdade de aprendizagem e a responsabilidade do próprio aluno no processo de aquisição de novos conteúdos, não é apreciado na maioria das instituições. Podemos encontrar este método em algumas escolas particulares onde são trabalhadas muitas dessas estratégias interessantes, mas a pedagogia de Montessori não é o pilar da nossa educação atual (pelo menos não no Brasil).

Agora, neste ponto, você pode se perguntar: Onde foi parar o papel das mães e dos pais na educação dos filhos? Era importante? Era e continua sendo vital. O apoio, a orientação e o cuidado dos pais são fundamentais para educar crianças felizes, adultos independentes e boas pessoas no futuro.



A seguir, deixamos 15 dos princípios enunciados por Maria Montessori.

Lembre-se sempre de que a criança aprende com o que está ao seu redor. Seja seu melhor modelo.

Se você critica muito o seu filho, a primeira coisa que ele aprende é julgar.

Por outro lado, se você o elogia regularmente, ele vai aprender a valorizar.

O que acontece se você mostrar a sua hostilidade à uma criança? Ela vai aprender a brigar.

Se for ridicularizada com frequência, a criança se tornará uma pessoa tímida.

Ajude seu filho a crescer se sentindo seguro em todos os momentos, e ele aprenderá a confiar.

Se você menospreza o seu filho frequentemente, um sentimento muito negativo de culpa irá se desenvolver nele.

Faça seu filho ver que as ideias e opiniões dele são sempre aceitas, assim, ele se sentirá bem consigo mesmo.

Se a criança vive em uma atmosfera onde se sente cuidada, integrada, amada e necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.

Não fale mal de seu filho nem quando ele está perto e nem quando está longe.

Concentre-se no fato de que seu filho está crescendo e se desenvolvendo da melhor forma possível. Valorize sempre o lado bom da criança, para que nunca haja espaço para o mal.

Sempre ouça ao seu filho e responda quando ele se aproximar de você com uma pergunta ou um comentário.

Respeite seu filho, mesmo que ele tenha cometido um erro. Apoie-o e corrija-o, agora ou talvez um pouco mais tarde.

Você deve estar disposto a ajudar seu filho se ele estiver a procura de algo, mas também deve estar disposto a deixá-lo encontrar as coisas sozinho.

Quando falar com o seu filho, faça-o sempre da melhor maneira. Ofereça a ele o melhor que há em você.

A Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade
Todos nós queremos que os nossos filhos se tornem adultos responsáveis e educados. No entanto, a maioria dos pais passa o dia a limpar a bagunça de suas crianças. Se elas não forem ensinadas desde muito cedo a ajudar nas tarefas, dificilmente o farão quando crescerem.

Ainda hoje muitos pais seguem as ideias de Maria Montessori para educar com sucesso as crianças usando a lógica, o bom senso e a calma. Assim, os filhos conseguem desenvolver uma personalidade harmoniosa e equilibrada.



Para conseguir isso, a escola Montessori criou uma tabela de tarefas de acordo com a idade de cada criança.

A maioria são afazeres domésticos. O cumprimento destas tarefas irá ajudar os mais pequenos a desenvolver o seu pragmatismo, habilidades motoras e experiência sensorial, fazendo-os sentir úteis e importantes:


(ATUALIZAÇÃO: TABELA CRIADA POR BLOG DA DIIIRCE)


Benefícios do Maracujá






O maracujá é uma delícia! Essa fruta, que é “a cara do verão”, é uma mais produzidas no Brasil, e é repleta de benefícios. Além de ser um calmante natural, a polpa da fruta é rica em vitaminas do complexo B e C, responsáveis entre outras coisas pela manutenção de nossa saúde mental e emocional.

E não é só a polpa que merece atenção. Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que a casca do maracujá evita os picos de insulina (especialmente perigosos para os diabéticos), combate o mau colesterol e ainda ajuda a emagrecer. Nas sementes, por sua vez, pode ser encontrado um óleo com boa quantidade de ácidos graxos, muito apropriado para uso na cozinha e até em cosméticos, graças à ação emoliente e antioxidante. E as folhas do maracujazeiro também oferecem benefícios semelhantes. Nelas fica a maior parte dos ativos por trás da conhecida ação tranquilizante.

Benefícios do Maracujá
Fonte abundante das vitaminas A, C e outras do complexo B
Apresenta boa quantia de sais minerais, entre eles o cálcio, ferro, fósforo e sódio
É um ótimo calmante natural para o organismo humano
A casca é bastante rica em fibras que ajudam na digestão, emagrecem e ainda previnem e controlam a diabete
Nas sementes é possível encontrar um potente vermífugo (fazendo um suco de maracujá, as propriedades das sementes são automaticamente passadas para o líquido)
É um poderoso antioxidante que age contra o envelhecimento precoce dos órgãos e melhora o funcionamento do organismo
O maracujá é apenas contraindicado em casos de pressão baixa: pela ação sedativa do maracujá, a pressão pode cair ainda mais.

O maracujá pode ajudar no emagrecimento?
O maracujá não é muito conhecido pelos seus poderes emagrecedores, mas isso não quer dizer que eles não existam. A substância responsável é a pectina, que no estômago se transforma numa espécie de gel não digerível e provoca sensação de saciedade, fazendo a pessoa comer menos.

A pectina é facilmente encontrada em alta concentração na casca do maracujá. Essa substância carrega as gorduras e a glicose presente nos alimentos, eliminando-as pelas fezes. Quanto à glicose, a pectina consegue reduzir a velocidade com que o açúcar entra na corrente sanguínea, e quanto mais lento for esse processo, a fome irá demorar um pouco mais para aparecer.

A farinha dessa fruta é também muito eficiente na eliminação das toxinas acumuladas no organismo: estas prejudicam o funcionamento dos órgãos, desequilibrando o metabolismo — algo que dificulta mais ainda o processo de emagrecimento. Para facilitar essa ação “emagrecedora”, é importante beber no mínimo dois litros de água por dia, pois a farinha é riquíssima em fibras que pedem hidratação constante.



Fonte: https://belezaesaude.com/maracuja/

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Pedra Filosofal







O que é a Pedra filosofal:

(Lapis Philosophorum

Pedra filosofal é um objeto ou substância lendária com poderes incríveis, capaz de transformar qualquer metal em ouro. Um dos objetivos da alquimia era a criação da pedra filosofal.

Segundo as lendas, a pedra filosofal também poderia ser usada para criar o Elixir da Vida, que tinha a propriedade de prolongar a vida da pessoa que o bebesse.

A pedra filosofal e os seus poderes estão relacionados com a transmutação e a vontade de criar que existe dentro de cada ser humano. Em termos teóricos, com a pedra filosofal, era possível obter riqueza infinita e juventude eterna.

Um dos mitos mais importantes a respeito da pedra filosofal está relacionado com Nicolas Flamel, um mercante e escrivão que supostamente teria encontrado a receita para obtenção da pedra filosofal em um livro místico. Existe uma lenda que conta este alquimista também conseguiu produzir o elixir da vida, prolongando a sua vida e a da sua esposa durante vários séculos.

Pedra filosofal e Harry Potter
A pedra filosofal foi mencionada no primeiro livro do Harry Potter e posteriormente no filme "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Neste universo, Voldermort tentou obter a pedra filosofal, para fazer o elixir da vida e recuperar a sua existência física.

Triângulo - representa sal, enxofre e mercúrio, as três substâncias celestiais
Quadrado - representa os quatro elementos
Círculo - representa a unidade




Formato físico

As pedras filosofais não teriam formatos físicos definidos.

Comparação ao Santo Graal

Busca por pedras filosofais são, em certo sentido, semelhantes à busca pelo Santo Graal das lendas arturianas. Em seu romance ParsifalWolfram von Eschenbachassocia o Santo Graal não a um cálice, mas a uma pedra que teria sido enviada dos Céus por seres celestiais e teria poderes "inimagináveis".[6]

Magnum Opus

A atividade relacionada com a pedra filosofal era chamada pelos alquimistas de "A Grande Obra" (ou "Magnum Opus", em latim).[carece de fontes]

Lenda & Atribuições

Ao longo da história, criações de pedras filosofais foram atribuídas a várias personalidades, como Paracelsus e Fulcanelli, porém é "inegável" que a lenda mais famosa refere-se a Nicolas Flamel, um alquimista real que viveu no Século XIV. Segundo o mito, Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos. Porém, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Segundo a lenda, ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada em Santiago na Espanha, que fez a tradução do livro, que tratava de cabala e Alquimia, possuindo a fórmula para uma pedra filosofal. Por meio deste livro, Nicolas Flamel teria conseguido fabricar uma pedra filosofal. Segundo a lenda, esta seria a razão da riqueza de Flamel, que inclusive fez várias obras de caridade, adornando-as com símbolos alquímicos. Ao falecer, a casa de Flamel teria sido saqueada por caçadores de tesouros ávidos por encontrar pedras filosofais. A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e sua esposa, não faleceram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas no lugar de seus corpos.




Ref: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_filosofal
https://www.significados.com.br/pedra-filosofal/

Gnose







Gnosticismo (do grego Γνωστικισμóς; transl.: (gnostikismós); de Γνωσις (gnosis): 'conhecimento', (gnostikos): aquele que tem o conhecimento) é um conjunto de correntes filosófico-religiosas sincréticas que chegaram a mimetizar-se com o cristianismo nos primeiros séculos de nossa era (sendo ele muitas vezes referenciado como "Alta Teologia"), vindo a ser declarado como um pensamento herético após uma etapa em que conheceu prestígio entre os intelectuais cristãos.

Se originou no primeiro e segundo século d.C. Com base em leituras do Pentateuco e outros escritos bíblicos, esses sistemas acreditavam que o mundo material era criado por uma emanação do deus supremo, prendendo a faísca divina no corpo humano. Esta faísca divina poderia ser liberada pela gnose desta faísca divina.

As idéias e os sistemas gnósticos floresceram no mundo mediterrâneo no século II d.C, em conjunto e influenciados pelos primeiros movimentos cristãos e pelo platonismo médio. Após o Segundo Século, um declínio se estabeleceu, mas o gnosticismo persistiu ao longo dos séculos como uma subintendência da cultura ocidental, remanifestando com o Renascimento como o esoterismo ocidental, assumindo a proeminência com a espiritualidade moderna. No Império Persa, o gnosticismo se espalhou até a China com o maniqueísmo, enquanto o mandeísmo ainda está vivo no Iraque.

O gnosticismo foi inicialmente definido no contexto cristão, embora alguns estudiosos suponham que o gnosticismo se desenvolveu antes ou foi contemporâneo do cristianismo, não há textos gnósticos até hoje descobertos que sejam anteriores ao cristianismo.

O estudo do gnosticismo e do cristianismo primitivo de Alexandria receberam um forte impulso a partir da descoberta da Biblioteca de Nag Hammadi, em 1945



O que é Gnose:

O termo gnose deriva do termo grego "gnosis" que significa "conhecimento". É um fenômeno de conhecimento espiritual vivenciado pelos gnósticos (cristãos primitivos sectários do gnosticismo). Para os gnósticos, gnose é um conhecimento que faz parte da essência humana. É um conhecimento intuitivo, diferente do conhecimento científico ou racional.

Gnose é o caminho que pode guiar à iluminação mística através do conhecimento pessoal que conduz à salvação. A existência de um Deus transcendente não é questionada pelos gnósticos, pelo contrário, veem no conhecimento divino um caminho para atingir um conhecimento mais profundo da realidade do mundo.

Saiba o significado de transcendente.

O gnosticismo está relacionado com ensinamentos esotéricos da cultura grega e helenística, que expõe aos seus iniciados um caminho de salvação que tem como base o conhecimento de certas verdades ocultas a respeito de Deus, do homem e do mundo.

O gnosticismo cristão designa um conjunto de crenças de natureza filosófica e religiosa cujo princípio básico assenta na ideia de que há em cada homem uma essência imortal que transcende o próprio homem. Assim, o homem é visto como um ser divino que caiu na terra de forma desastrosa, e que só pode se libertar dessa condição através de uma verdadeira Revelação.

A gnosiologia é a área da filosofia que se ocupa do estudo dos fundamentos do conhecimento humano.

Gnose e maçonaria
O gnosticismo pode ser qualificado como uma religião. No entanto, apesar de não ser considerada como uma religião, a maçonaria está relacionada no sentido em que tem como objetivo alcançar o Conhecimento Integral (profundo conhecimento em várias áreas distintas), ou seja, tem bastantes semelhanças com o gnosticismo, onde a gnose desempenha um papel de grande relevância.

Ref: https://www.significados.com.br/gnose/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo