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terça-feira, 31 de julho de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
O que é ho’oponopono
Extraído de: https://blog.app-zen.com
A palavra “ho’o” significa “causa” em havaiano, enquanto “ponopono” quer dizer “perfeição”. O termo “ho’oponopono” pode ser traduzido como: “corrigir um erro” ou “tornar certo”.
Trata-se de uma prática que não requer muitos ensinamentos, mas é poderosa para purificar o próprio corpo e se livrar de memórias ou sentimentos ruins, que prendem a mente em uma sintonia negativa.
O termo se tornou conhecido a partir de uma experiência vivenciada pelo terapeuta e professor, Ihaleakala Hew Len. Por mais inacreditável que a história possa parecer, este homem conseguiu curar um pavilhão inteiro de criminosos que sofriam de doenças mentais no Havaí, sem sequer conversar ou interagir com nenhum deles.
Por meio da análise das fichas de cada paciente, o terapeuta aplicava as palavras-chave do ho’oponopono, e a repetição da técnica mudava o seu estado de espírito. Consequentemente, a atividade mental dos detentos também se alterava.
Os resultados foram tão surpreendentes que, de forma resumida, pode-se afirmar que Len conseguiu curar os presos conforme ia curando a si mesmo.
Como a técnica funciona
A técnica parte do pressuposto de que tudo o que conhecemos como “realidade” é experimentado de forma individual pela nossa mente. Aquilo que você sente, ouve, vê e até as coisas ou pessoas que conhece sofrem influências do seu “eu” interior.
Sendo assim, tudo o que acontece a sua volta envolve a sua participação, já que você é responsável pelo que pensa e sente. Já reparou que, muitas vezes, nós mesmos podemos ser nossos piores inimigos? Isso acontece porque cada pensamento pode ativar um mecanismo que recria um mundo (ainda que ilusório) de problemas.
O principal objetivo do ho’oponopono é buscar a cura desses problemas por meio do perdão. Não necessariamente o perdão dos outros, mas, principalmente, o de si mesmo.
Isso é feito com a compreensão de que o que acontece com você não importa, mas o que você fará com aquilo que aconteceu é o que realmente interessa. Se a sua mente e seus pensamentos te causaram problemas, eles também são capazes de resolvê-los.
A versão tradicional do ho’oponopono é composta por quatro frases principais:
- sinto muito;
- me perdoe;
- eu te amo;
- sou grato.
Todas elas procuram guiar o praticante na passagem por essas quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão.
A simples repetição dessas palavras é capaz de ativar a liberação de bloqueios, lembranças negativas e traumas para que você assuma um controle mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.
Em suma, é possível afirmar que o ho’oponopono é um processo de solução de problemas, que deve acontecer inteiramente dentro de você.
Benefícios do ho’oponopono
As vantagens da prática frequente do ho’oponopono são inúmeras, e se encontram em todos os campos da vida. As principais delas são:
Regeneração das memórias celulares
Você já teve a sensação de reviver uma situação traumática diversas vezes, como se assistisse a um filme passando em sua cabeça?
Isso acontece porque todas as nossas dores, preocupações e receios são gerados e armazenados em nossa memória celular. O ho’oponopono atua neste âmbito como uma limpeza, neutralizando as lembranças de sofrimento e sensações desconfortáveis.
Protagonismo da própria vida
A princípio, a ideia de responsabilidade e obrigatoriedade de responder pelos próprios atos pode parecer muito rígida, mas com o tempo, você poderá se surpreender com o seu nível de independência e proatividade.
Ao abandonar a sensação de impotência atrelada à ideia de que o sofrimento é causado apenas por fatores externos e incontroláveis, é possível transformar suas crenças e não ter uma postura vitimista, aumentando a sensação de poder pessoal.
Estabilidade emocional
Com a liberação de energias negativas, o equilíbrio emocional é privilegiado, pois os bloqueios da auto-realização, felicidade e plenitude desaparecem, abrindo espaço para novas percepções e paz interior.
Além disso, o praticante do ho’oponopono conquista a liberdade de não obedecer às lembranças negativas. Isso pode transformá-la em uma pessoa mais calma e com uma postura mais positiva diante das adversidades e problemas em seu caminho.
Relacionamentos mais saudáveis
Sempre quando nos envolvemos em algum desentendimento ou conflito, a tendência é pensar que apenas os outros estão errados.
O ho’oponopono ajuda a desconstruir esta postura passiva para que o praticante possa entender que ele também é parte do problema, e quando ele muda, seus relacionamentos também mudam (para melhor, é claro!).
Como começar
Para colocar o ho’oponopono em prática, você não precisa acreditar em divindades, ter alguma religião ou estar isolado em algum local silencioso. Apenas diga (mentalmente ou em voz alta): sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.
É possível que você já comece a experimentar sentimentos de compaixão, novas sensações internas ou um simples relaxamento da mente assim que acabar de pronunciar todas as palavras pela primeira vez. Quando a energia que estava bloqueada começa a ser liberada pelas células, também é comum que os praticantes sintam vontade de bocejar ou suspirar.
No aplicativo Zen, você poderá encontrar uma oração completa com a essência do ho’oponopono inclusa, para fazer sempre que tiver vontade. Você também pode integrar a técnica com a meditação, e usá-la em forma de mantras para potencializar seus benefícios.
terça-feira, 10 de julho de 2018
Ramatís
Conhecendo melhor a história de Ramatís
Para conhecermos melhor a história de Ramatís, precisamos retroceder até o século 11, na região que viria a ser conhecida como Indochina, e que na época era dominada pelo império chinês.
Alguns parcos registros relatam que desde tenra idade ele possuía grande sabedoria, uma vez que já a carregava há várias encarnações.
Entretanto, em encarnações anteriores, diz-se que ele já tinha sido o grande matemático e filósofo Pitágoras (cerca de 570 – 496 a.C.) , bem como Filon de Alexandria (cerca de 30 a.C.
Em época ainda mais recuada, ele viveu na Atlântida,.quando conheceu o espírito que seria conhecido como Alan Kardec, e com o qual se encontraria novamente em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés;
Em sua vida na Grécia Antiga, no período em que ela estava em plena ebulição cultural, segundo informam algumas psicografias, ele já tinha conhecimento da imortalidade da alma, da purificação através de sucessivas reencarnações, e seus ensinamentos buscavam mostrar as nítidas vantagens de espiritualizar a vida.
Em sua encarnação como Ramatís, ele se distinguiu como grande sábio, tendo feito parte da história da Índia no período da invasão dos arianos, por volta do século 4 a.C.
Depois disso, no Plano Superior das Inteligências Espirituais, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais conhecido como Templários das Cadeias do Amor.
Trata-se de um agrupamento nas colônias invisíveis do Além, que se dedica a trabalhos ligados à corrente oriental de pensamento.
Rama é o nome que se dá à própria divindade, o Criador, cuja força criadora emana para as nossas vidas quando pronunciado corretamente;
Os Discípulos de Ramatís
O templo que ele fundou foi erguido por seus primeiros discípulos.
Em sua última estada na esfera física, Ramatís teve setenta e dois discípulos, vindos das mais diversas linhas religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia;
Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “Túnica Azul” (o domínio da Vontade) e atingir o último grau do ciclo iniciático em seus invólucros físicos.
Mas em seu trabalho espiritual, Ramatís teve contato com os outros discípulos e muitos, ao longo de suas vidas físicas, retornaram ao seio dos seus ensinamentos.
Dos dezoito que reencarnaram no Brasil
Os discípulos de Ramatís usam os conhecimentos adquiridos para ultrapassar as experiências físicas e sensoriais limitadas pela matéria, respeitando todas as linhas espirituais e compreendendo a necessidade que os homens têm de buscar a Verdade.
Diz-se que a Europa se encontra no final de sua grande missão civilizadora e, devido a esse desenlace cármico e espiritual, muitos dos discípulos reencarnados naquelas terras emigrarão para o Brasil.
médium Hercílio Maes, embora fosse reservado quanto a esse assunto, escreveu extensa obra psicografada de Ramatís e, segundo conversas íntimas com pessoas próximas a ele, relatou que teria sido “adotado” por Ramatís quando de sua primeira encarnação expiatória, no Egito, no reinado de Akenaton (Amenófis IV, cerca de 1370 – 1352 a.C.), na qual exercia a modesta profissão de aguadeiro.
Em determinada ocasião, respingou água nas sandálias de uma dama da corte e, num julgamento sumário, foi condenado à morte.
Colaborando com esse relato, em 2002, durante a revisão do livro Akhenaton, obra histórica psicografada pelo médium Roger Bottini Paranhos, constatou-se que Ramatís aparece ali como o sumo sacerdote do faraó, com o nome de Meri-Rá.
A Fraternidade da Cruz e do Triângulo
Na dimensão espiritual, Ramatís exerce uma forte atuação junto à Fraternidade da Cruz e do Triângulo e se empenha em divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo.
Após essa união, as duas fraternidades – consideradas Fraternidades Brancas – consolidaram uma série de práticas e trabalhos espirituais que resultaram na formação da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.
Sobre o peito, trazem suspensa uma corrente com um triângulo lilás luminoso, no qual se encontra uma cruz em forma de lírio, símbolo que exalta a obra de Jesus e da mística oriental.
Esse é um dos motivos pelos quais os seguidores de Ramatís na Terra – embora profundamente devotados ao pensamento cristão – também têm profundo respeito pela espiritualidade do Oriente.
Ensinamentos e Mensagens
temática ensinada e discutida nas obras de Ramatís é sempre apresentada a partir de um enfoque universalista, e também encontra paralelo nos temas abordados por André Luiz e outros espíritos do bem.
Descrição de RamatÍs
A aparência de Ramatís, conforme geralmente é apresentada em pinturas e desenhos, deve-se às visões de vários médiuns que entram em contato com ele, recebendo suas mensagens.
ponto central das mensagens e do trabalho de Ramatís – que é seguido por diversas casas espíritas que recebem suas indicações espirituais – é a postura universalista e não-sectária, que permite absorver os conhecimentos espirituais das mais diversas linhas, convergindo dessa forma para uma união semelhante à que se dá no plano etérico entre as fraternidades da Cruz e do Triângulo, refazendo a máxima hermética de que o macrocosmo e o microcosmo estão correlacionados e se influenciam.
Segundo relatos, numa conferência pública realizada em 1969, no Instituto de Cultura Espírita do Brasil, o médium Hercílio Maes disse que recebeu informações dos espíritos superiores referentes tanto à atuação de Emmanuel e Chico Xavier, quanto à de Ramatís e do próprio Hercílio Maes, assim como de outros integrantes de futuras equipes de trabalhos espiritualistas.
A idéia é que cada qual teria sua função e atuação específica, no sentido de constituir um amplo movimento de unificação que resultaria na implantação, no futuro, de um só rebanho para um só pastor: Jesus Cristo.
Quem é Ramatís
Ramatís é um Mestre espiritual, proveniente do sistema estelar de Sírius, onde logrou a libertação do ciclo reencarnatório, vindo para a Terra há mais de 40 mil anos atrás, trazendo consigo conhecimentos ocultos que compuseram a milenar Aumbandhã, em transmigração missionária, acompanhando um grupo de espíritos aqui exilados à época das extintas civilizações da Lemúria e da Atlântida, cuja evolução assumiu o compromisso de acompanhar, e, desde então, vem contribuindo ininterruptamente para a evolução e a conscientização crística da humanidade terrena.
Ramatís viveu depois encarnado na Atlântida há 28 mil anos, ao tempo de Antúlio de Maha-Ethel, quando pertenceu à classe sacerdotal, na figura do grande filósofo Shy Ramat, integrante de um dos santuários da época, o Templo do Sol e da Paz, onde foi contemporâneo do Espírito que mais tarde seria conhecido sob o pseudônimo de Allan Kardec, o posterior codificador do Espiritismo, que então era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas.
Segundo o mestre Hilarion de Monte Nebo
Segundo o mestre Hilarion de Monte Nebo, e outros sublimes mensageiros espirituais, Ramatís ainda viveu anteriormente na figura de Essen, filho de Moisés e fundador da Fraternidade Essênia, fiel seguidora dos ensinamentos Kobdas;
As doutrinas pitagóricas primeiro se desenvolveram no seio dessa comunidade e depois entre os pitagóricos dispersos pela Grécia e no sul da Itália, que acreditavam na transmigração das almas e buscavam praticar um ascetismo purificador.
Pitágoras considerava o número como a essência e o princípio de todas as coisas, introduzindo uma noção de Cosmo que é essencialmente medida e número (harmonia celestial), conceito elaborado numa metafísica que mais tarde influiu decisivamente Platão.
A literatura esotérica considera:
A literatura esotérica considera Pitágoras um alto iniciado nos mistérios egípcios, babilônicos e caldeus, cuja doutrina resumiria os arcanos da natureza em suas teorias matemáticas transcendentes e em sua música das esferas.
Posteriormente, ainda na Grécia antiga, por volta do século IV a.C., época em que se encontravam em ebulição os princípios e teses esposados por Sócrates, mais tarde cultuados por Antístenes, discípulo de Sócrates e mestre de Diógenes, Ramatís novamente reencarnou, agora na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre os discípulos ligados entre si por grande afinidade espiritual.
Ref: https://cinemanafloresta.com.br/ramatis/



