Cientistas do CERN conseguem armazenar antimatéria


Extraído de : https://pt.wikipedia.org
Pan Ku (Chinês Tradicional: 盤古; Chinês Simplificado: 盘古; pinyin: Pángǔ; Wade-Giles: P'an ku) foi o primeiro ser vivo e o criador de tudo que existe segundo a versão mais conhecida do mito da criação na mitologia chinesa.
No início não havia nada além do Caos Primordial, o "Vazio". A partir desse Caos um ovo foi chocado por 18 mil anos. O Céu, a Terra e Pan Ku coexistiram em um estado de unidade dentro deste ovo negro. Ao romper o ovo, Pan Ku cria o universo, dando origem ao Céu e a Terra. Separando o Yin Yang com um golpe de machado. Yin , o mais pesado, afunda e torna-se a Terra, enquanto o Yang, mais leve, eleva-se para formar o céu. Pan Ku permaneceu entre eles sustentando o Céu. Após 18 mil anos, Pan Ku descansou:
Panku também é conhecido como Hoen-Tsin, personagem da mitologia chinesa que representa o caos primordial donde surgiu o céu e a terra. De acordo com a mitologia chinesa, Hoen-Tsin cresceu 30 quilômetros por dia durante 11.500 anos. Depois, quando se tornou grande demais para o universo, morreu.
Em 1927, independentemente dos trabalhos de Alexander Friedmann, Georges Lemaître afirma que o universo está em expansão, baseando-se nos trabalhos de Vesto Slipher, o que foi mais tarde confirmado por Edwin Hubble. Foi o primeiro a formular a lei de proporcionalidade entre distância e velocidade de afastamento das galáxias. Esta lei, figurando em seu artigo de 1927, redigido em francês, será traduzida na sua versão inglesa realizada por Arthur Eddington, e será descoberta empiricamente por Hubble alguns anos mais tarde. Nela, Lemaître propõe uma evolução a partir de um «átomo primitivo».
A hipótese de Lemaître estipula que todo o universo (não somente a matéria, mas também o próprio espaço) estava comprimido num único átomo chamado de "átomo primordial" ou "ovo cósmico". O estudioso afirmava que a matéria comprimida naquele átomo se fragmentou numa quantidade descomunal de pedaços e cada um acabou se fragmentando em outros menores sucessivamente até chegar aos átomos atuais numa gigantesca fissão nuclear.
Lemaître propôs uma teoria precursora da hoje chamada Teoria do Big Bang, mais tarde desenvolvida por George Gamow. Recebeu em 1953 a primeira Medalha Eddington.
Essa teoria foi chamada sarcasticamente de « Big Bang » durante uma transmissão de rádio na década de 1940 por Fred Hoyle, defensor da teoria do universo estacionário.
ENOQUE, THOT, HERMES E METRATON: A GNOSE DA RETIDÃO !
Extraído do site http://gnosefortaleza.org.br/
Enoque, também conhecido como Thot, Hermes e Metraton é um desses raros personagens misteriosos, essas figuras míticas que aparecem no curso dos milênios como o suave vento que eternamente acaricia as douradas areias do deserto.
Enoque é citado no Velho Testamento bíblico como o sétimo dos dez Patriarcas Antediluvianos (Adão, Set, Enos, Cainan, Malalel, Jared, Enoque, Matusalén, Lamec e Noé). É portanto um personagem que apareceu antes do dilúvio, termo bíblico utilizado para o que as tradições antigas chamam de afundamento da Atlântida (o último deles ocorreu há cerca de 12.000 anos). Enoque é ainda narrado como vencedor da morte: “E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou” (Gên. 5, 24). O Patriarca foi levado por Deus para que não experimentasse a morte e fosse poupado do dilúvio, enfrentado por Noé, seu bisneto.
Além das citações bíblicas, Enoque aparece em textos apócrifos nas versões de Qunram e Copta (Etíope).
A obra de Enoque está compilada em 5 grandes Livros:
– O Livro das Sentinelas (capítulos 1 a 36), que trata da “queda dos anjos, enamorados pelas filhas dos homens” e das visões dos céus e dos infernos.
– O Livro das Parábolas (capítulos 37 a 70), narrando o julgamento e a separação de pecadores, justos e eleitos.
– O Livro Astronômico (capítulos 71 a 82), que aborda os movimentos do Sol e da Lua, com suas estações e fases.
– O Livro dos Sonhos (capítulo 83 a 90), descrevendo toda a genealogia de Adão a Moisés, passando por Davi, Salomão, os profetas e as tribos de Judá.
– A Epístola de Enoque (capítulo 91 em diante), que traz as profecias e os períodos de julgamento e purificação, prevendo ainda a vinda de Jesus e de um novo Messias na nossa época atual.
Feita esta breve descrição das fontes mais conhecidas que tratam de Enoque, abordemos os aspectos mais interessantes do Patriarca, seu lado místico e iniciático.
Os livros de Enoque podem ser lidos em três esferas: a cosmológica ou mitológica, abordando o arquétipo de um homem dedicado ao Altíssimo e à transmissão de suas orientações aos seres humanos; a histórica ou religiosa, narrando a vida, as revelações e a missão de um grande patriarca hebraico e cristão; e aquela muito reservada, por isso mais valiosa: a interna ou iniciática, com pistas e ensinamentos sobre o Caminho Pessoal que nos conduz ao Deus Interno, ao Cristo Íntimo, através do Enoque Interior, uma parte de nossa própria individualidade divina.
Para que a leitura perpasse o mero intelectualismo, sugerimos ao leitor de Enoque que sempre tenha consigo essas três esferas, procurando reconhecê-las em cada parágrafo, em cada frase, em cada palavra, em cada vibração da narrativa na Linguagem Enoquiana. A primeira esfera mitológica se saboreia com a intuição; a segunda esfera histórica é mais apreciada pelo intelecto; já a terceira esfera, a iniciática, vive-se na alma, com aquilo que os gnósticos denominam epifania, manifestação do alto, manifestação interna, revelação.
Mas por que interessaria na atualidade tais textos em linguagem antiga, alegórica, de um patriarca hebreu de milhares de anos antes de Abraão, de Isaac (originador do judaísmo), de Ismael (originador do Islamismo) e de Jesus (originador do Cristianismo) ?
Quem é este misterioso Enoque e o que ele poderia nos ensinar para nossas vidas, nesta agitada era de consumismo, de tecnologia e de interações digitais ?
Ora, o interesse nascerá naqueles que buscam as Verdades Iniciáticas, os Eternos Mistérios ocultos nas expressões religiosas; dos que anseiam por aquilo que está além da interpretação horizontal, meramente religiosa e confessional dos escritos sagrados. Para se entender Enoque não bastam exegese bíblica e estudos teológicos, mas sim conquistar a Revelação Divina. E esta primícia é para poucos.
Os livros de Enoque não são apenas para serem utilizados na pregação aos quem quer administrar sua vida mundana, para se livrar do sofrimento do dia-a-dia, para receber curas ou bênçãos ou para crer cegamente no Jeová Bíblico ou no Jesus histórico.
O mestre gnóstico Samael Aun Weor nos conta que Enoque foi arrebatado por Deus e levado aos Nove Céus, representados pelo Monte Moriá em Jerusalém, onde recebeu a missão de construir um templo secreto e subterrâneo com nove abóbodas, interligadas por uma escada em espiral onde no piso mais profundo o Patriarca depositaria seu mais rico tesouro espiritual.
A grandiosidade de Enoque está no mistério de suas conquistas, como a de “andar com Deus”, ou seja, seguir com Ele o caminho, tomar para si a Via Luminosa, entregar-se à Obra Divina da Criação, para Servir a todos os seres, com Boa Vontade, Consciência e Determinação. Por essas palavras pode aquilatar o leitor como “andar com Deus” não se trata meramente de ir à Igreja, colocar Jesus no coração, seguir os mandamentos ou receber sacramentos. Muito menos trata-se de se tornar um asceta cristão. Os Mistérios de Enoque nos convidam a Despertar a Consciência e a colaborar com a Sublime Obra do Logos Solar: transformar todos nós (suas chispas ou ígneas sementes) em Grandes Chamas, tal qual o Pai Celeste.
O excelso de Enoque é ter sido “tomado por Deus”, vale dizer, o Criador o escolheu para a Missão para a qual ele se preparou. E ele antes escolheu a Deus. A Divindade o incumbiu de transmitir os Mistérios da Criação para a humanidade, por isso ele também é conhecido nas tradições angelológicas e cabalísticas como o Anjo Metraton, o Thot egípcio, o Hermes grego, sempre personificando uma deidade de sabedoria, de letras, de números, de comunicação. Esta opção pelo Divino é o processo de Iniciação Interna, como ensina a Gnosis Universal.
Enoque também “não enfrentou a morte”, ou seja, venceu-a e foi livrado do dilúvio, em clara alusão ao maior dos mistérios e dogmas de todas as religiões: vencer a morte, seja por Ressurreição ou por Fusão com Deus. A história de todas as religiões nos demonstra que os humanos que se divinizaram venceram a morte: Osíris no Egito, Fo-ji na China, Krishna na Índia, Quetzalcoatl na América Central, Inti-Wiracocha na América do Sul, Jesus na Judeia… e tantos mais Athanaton (imortais) que se livraram da periódica purificação do dilúvio. Esta vitória sobre a morte traduz os mistérios da conquista do elixir da longa vida, da pedra filosofal, tesouros transmitidos pelos gnósticos alquimistas.
E há mais mistérios na Sabedoria de Thot… Enoque foi incumbido de construir o Templo Subterrâneo de Nove Abóbodas, obra continuada por seu filho Matusalém, em meridiana referência ao trabalho na Nona Esfera, nos Nove Círculos Infernais e Celestiais descritos por Dante na Divina Comédia. É na Nona Esfera, o Sexo Divino e Casto entre o esposo e a esposa, que se constrói o Templo Interno, cavando nossas terras filosofais. E os textos antigos ainda aludem à escada em espiral que conecta esses nove pisos, indicação óbvia do Caduceu de Mercúrio, da Serpente de Moisés, da Kundalini como Fogo Elétrico que ascende em espiral pela coluna dos homens e mulheres que se dedicam ao Sagrado Magistério Gnóstico do Fogo.
E o Patriarca Enoque depositou seu tesouro no mais íntimo do Templo de Nove Abóbadas, no piso mais profundo e secreto do Sanctum, trilhou o VITRIOLO Alquimista em si mesmo (Visita Interiore Terrae Rectificando Invenies Occultum Lapidem), isto é, visitou as entranhas da terra para encontrar a pedra oculta. A visita às entranhas de sua terra foi o enfrentamento de seus defeitos humanos, seus próprios demônios, até eliminá-los, depurar seus metais; a pedra oculta é o Lápis Filosofal, o Menino de Ouro da Alquimia, a Panaceia da Alma, o Cristo Íntimo revestido em seus trajes de ouro. Ensinam as tradições gnósticas que o Cristo nasce verdadeiramente no coração do homem quando ele está puro e reluz em ouro.
E Metraton também nos fala das Sete Constelações ou Astros, onde foi instruído plano a plano por Anael – o Logos de Vênus e Mestre do Amor, demonstrando à clara luz que a preparação do Palácio de Sete Salas (a transmutação em ouro dos 7 Corpos do Ser Humano) somente pode ser forjada com Amor. E aqui aprecem o Sol e a Lua, o Pai e a Mãe, a Sizígia Divina. Ele como impulso da Força e da Verdade; Ela como Sabedoria e Cuidado. Da fusão dos dois nasce o Amor.
Assim, Enoque ensina a nossas Almas toda esta Gnosis, expressando-a em linguagem humana e entregando-a a todos os seres de puro e de nobre coração. A suprema bondade e o imenso trabalho de Enoque-Metraton-Hermes-Thot nos legaram: os 5 livros acima citados, as 22 letras hebraicas, as 22 vias da Árvore Sefirótica da Cabala, A Tábua de Esmeralda ou Caibaleon, os 22 Arcanos do Tarot Egípcio, o Cubo de Metraton, com seus treze círculos, setenta e oito linhas e duas Estrelas de Seis Pontas.
À disposição da Mônada Divina que arde no Templo da Alma, o leitor de Enoque encontrará, seguindo a divisão didática quíntupla citada parágrafos acima, cinco cátedras para a sua consciência: para que suas Sentinelas não baixem a guarda e não se precipitem dos céus; para que as Parábolas do seu próprio Ser inspirem as instruções da vida quotidiana para tornar-se um um Eleito e preparar a vinda do Cristo Íntimo; para que as virtudes da alma reluzam como as leis Astronômicas descritas pelo Patriarca; para que as instruções do espírito sejam proféticas, clarificando-se em Sonhos e Contemplações; e para que O Pai que está em segredo envie Epístolas de amor ao Ser, para que haja Retidão e seja evitado o Erro.
Por isso, querida alma sedenta de Luz, a Obra de Enoque não é um livro comum, de informação histórica ou religiosidade imediatista e ambições mundanas.
Nos textos do Patriarca e esperando seu coração está uma obra cinzelada a fogo, esculpida na sabedoria dos milênios, trazida por aquele que Andou com Deus e que se manifestou em várias culturas e muitas religiões. Um Ser Universal que por Misericórdia Divina legou-nos um mapa, uma bússola e víveres para que sejamos verdadeiramente Tomados por Deus.
Com o mesmo encanto e suavidade das pétalas da rosa, o Venerável Mestre Enoque evoca em seus livros dentro de nós o Enoque Íntimo, uma parte de nosso Real Ser Interior Profundo, aquele aspecto de nossa Alma que anseia seguir a Deus, vencer a Morte, construir seu Templo Ígneo de Nove Abóbodas, lá depositar sua Pérola Sagrada (presente de Stella Maris – a Bendita Mãe Divina) para, ao final e como objetivo máximo, presentear todos os seres com o Serviço Desinteressado pela Humanidade.
Assim fez Enoque, o Escriba da Retidão !
“A semente da justiça e da retidão apareça; o que é produtivo se torne uma bênção” (Enoque, X, 21).
Sérgio Geraldo Linke é engenheiro, executivo do mercado financeiro e presidente da Associação Gnóstica de Fortaleza

