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segunda-feira, 4 de abril de 2016

AUTOTRAIÇÃO DOS PRINCÍPIOS PESSOAIS


Ter caráter não se resume a carregar uma lista com princípios pessoais. De que adianta estar munido de regras e leis criadas para si mesmo e simplesmente na vida humana agir como se elas não existissem?


Interessante como determinados grupos ao longo da existência humana, que até em determinados momentos tiveram muito amparo, começaram a se autodestruir com atitudes como, por exemplo, estas 15 listadas abaixo em ordem alfabética:

1.    Arapucas: A criação de armadilhas, geralmente com a participação de outras pessoas, para que o alvo caia deliberadamente em uma cilada para ser acusado de algo ou ter sua imagem desgastada. A criação de qualquer tipo de arapuca revela um grau maior de sordidez e perda explícita de amparo extrafísico.
2.    Autoritarismo: Postura exatamente contrária à democracia pura. Dependendo do tipo de grupo essa postura pode ser velada como, por exemplo, uma personalidade que simplesmente não pode ser contrariada. Nesses processos pode ocorrer também a chamada “iminência parda”.
3.    Competitividade: Situação onde cada um defende apenas seu quinhão, de modo desestruturado e que evidencia baixa assistencialidade mútua. A competitividade, nesses casos, é patológica, aos moldes do capitalismo selvagem, onde “vale tudo” para derrubar o outro.
4.    Espionagem: O emprego de recursos espúrios e de inocentes úteis na busca informações para prejudicar alguém (nunca para ajudá-las). Essas espionagens podem ser falaciosamente chamadas de “cosmoéticas” como recurso usado para convencer alguém a entrar nesse tipo de canoa furada.
5.    Fofoca: O artifício patológico do assédio verbal. Todo grupo que prima pela evolutividade acabou, em algum ponto de sua história, vetando naturalmente a intencionalidade negativa do falar mal. A personalidade que faz e que gosta de intriga é personalidade altamente doentia.
6.    Hierarquia. A preocupação excessiva em não “perder o nível de prestígio” pode resultar em ações notadamente baratrosféricas em defesa da vaidade pessoal. Quando existem hierarquias, sejam permanentes ou temporárias, é preciso um nível razoável de maturidade conjunta para que esse fator não vire alvo de conflitos.
7.    Manipulação: A ação de manipular pessoas no intuito de desvirtuar defeitos, criar “provas” para atacar alguém ou mesmo induzir o outro ao erro propositadamente. O manipulador é o assediador extrafísico “materializado” na vida humana?
8.    Neofobia: É não ter capacidades de aceitar o novo, o pensamento “fora da caixa”, as iniciativas pró-ativas e pode ser comum cultivar atitudes, por exemplo, de “cortar as asas” de indivíduos inovadores. O desconforto com a chegada de novas verdades relativas evidencia tendência aos dogmas e ao tradicionalismo.
9.    Panelinha: As condutas de privilegiar os amigos e os “chegados” ao invés de trabalhar com o todo de modo imparcial. Favorecer apenas quem é da tribo, como a própria expressão diz, é primitivo e leva a fossilização das funções.
10. Poder: As famosas disputas de poder onde geralmente entram nessa questão aqueles que tem prazer em comandar os outros com espírito triunfalista. Não é raro pessoas monodotadas ou com sentimento de inferioridade se valer da busca pelo poder para se convencerem de que são importantes. Ledo engano.
11. Politicagem: Todo tipo de manobras ilegítimas que, com o passar do tempo, favorecem alguns e desfavorecem a maioria. A politicagem é da mesma família anticosmoética da autocorrupção, da manipulação e da assedialidade.
12. Preconceito: As atitudes de desrespeito com grupos minoritários sejam quais forem. No entanto, poucas pessoas notam que onde existe o universalismo raso também há muitas formas de coerção e constrangimento com o que é fora do chamado “padrão”.
13. Pressão de grupo: São as ocorrências de imposição em detrimento do livre arbítrio. Em certos grupos corporativistas, por exemplo, a exigência pelo lucro pode literalmente esmagar qualquer opinião pessoal, ainda que sensata, mas que esteja na contramão do cifrão.
14. Retaliação: Em grupos democráticos a divergência é normal. Entretanto, quando indivíduos contrariados partem para retaliações em quem discordou é que se nota a assedialidade interconsciencial. Onde impera as represálias a liberdade é mero conceito abstrato.
15. Sabotagem: Uma das manifestações mais doentias é a sabotagem entre os pares. Não importa se a razão é a cobiça ou outro item listado acima. O fato é que as sabotagens veladas interferem e prejudicam toda caminhada evolutiva grupal e deve ser tratada em regime de urgência.


Não é difícil encontrar pessoas de alto potencial que acabam se afastando ao perceberem que não há campo para trabalhos mais avançados que poderiam executar. Mas é impressionante dizer possuir princípios pessoais ainda fazer qualquer um dos 15 itens listados. Não importa se foram convencidas ou se deixaram ser seduzidas por argumentosequivocados.

Seja qual for a linha do conhecimento humano (religião, política, ciência, filosofia, entre outros) não há justificativas para anular seus próprios princípios. No entanto, é imperativa a lei de causa e efeito, dentro da holocarmalidade, admitindo ou não a existência, onde o corruptor ativo e os negligentes passivos colherão das próprias ações. Muitos indivíduos ainda se enganam dizendo que estão “aparando as arestas”.

Afinal, de que adianta criar leis e não cumpri-las? Pouco importa formular belíssimas autoleis e ignorá-las com pujança. Na verdade, o peso da responsabilidade cresce exponencialmente ao criar diretrizes pessoais e simplesmente optar por não segui-las na vida prática. Seria a ignorância menos letal?

Você segue pessoas ou princípios?


Esse texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.

Ref: http://www.consciencialucida.com.br/

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